Por princípio, filosofia é comportamento cognitivo para com o ente. Para com o que se comporta, portanto, é algo que deve dar-se em seu verdadeiro e derradeiro caráter de princípio: o ente, considerado em última instância, não em referência a outro ente, mas em si mesmo e como tal; e possivelmente então, um “em relação a…”, mas não um algo que se “destaca” num posicionamento paralelo ordenador. E o que é para tal ente em si o principial? E o que é isso a que, em última instância, pode chegar no ente como tal? O ser, ou mais determinadamente, em vista do modo como esse “ser” pode ser apreendido: o “sentido do ser”. É preciso manter em vista expressamente: o ser, o sentido do ser é o principial filosófico de todo ente; todavia, não é (67) seu “universal”, o gênero generalissimo, o que o ente teria sob si como caso específico. O ser não é o âmbito abrangente para todo e cada ente, a “região suprema”.
Philosophy is cognitive comportment toward beings, at the level of principle. Therefore that to which it comports itself must be given in its proper and ultimate character at the level of principle: beings, ultimately considered, not in relation to other beings, but by themselves and as such (possibly on that basis then “in relation to … but not merely as something that can be “extracted” from an engulfing order). And what is the principle for such beings in themselves? What is ultimately at issue in beings as such? Being or, more determinately, in respect to the way such “Being” is graspable, the “sense of Being” We need to keep in mind explicitly that Being, the sense of Being, is, philosophically, the principle of every being. Being is not, however, the “universal” of all beings, the highest genus, that which beings would fall under as particular instances. Being is not the most comprehensive domain for each and every being, the “highest region.”
Philosophie ist prinzipiell erkennendes Verhalten zu Seiendem. Wozu es sich also verhält, muß sich in seinem eigentlichen und letzten Prinzipcharakter geben: das Seiende, letztlich betrachtet, nicht in bezug auf anderes Seiendes, sondern es bei sich selbst und als solches; möglicherweise aufgrund davon dann ein »in Bezug auf . ..«, nicht aber ein aus ordnender Nebensetzung »Abhebbares«. Und was ist für solches Seiendes an sich das Prinzipielle? Was ist das, worauf es bei Seiendem als solchem letztlich ankommen kann? Das Sein, oder bestimmter, im Hinblick auf die Weise, wie solches »Sein« faßbar ist: der »Seinssinn«. Es ist ausdrücklich im Auge zu behalten: das Sein, der Seins-sinn, ist das philosophisch Prinzipielle jedes Seienden; es ist aber nicht sein »Allgemeines«, die oberste Gattung, was Seiendes als besondere Fälle unter sich hätte. Das Sein ist nicht der umfassendste Bereich für jedes und alles Seiende, »oberste Region«.