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JACQUES LACAN (1901-1981)

  • É tempo, afinal, portanto, de interrogar mais precisamente esta posição de Heidegger. Pois trata-se, a princípio, de uma posição: pura evocação, se assim se preferir, puro “apelo”; mas nada aparentemente que se assemelhe a um uso, isto é, a uma leitura. De fato, apenas evocado o filosofema heideggeriano o “homem no sendo” (Escritos, 527), se…

  • AS NOVELAS MEXICANAS SÃO GRAVADAS num ritmo tão frenético (um episódio de 25 minutos por dia, todos os dias) que os atores sequer recebem o texto para aprender suas falas de antemão; usam minúsculos receptores em seus ouvidos que lhes dizem o que fazer e aprendem a representar o que ouvem (“Agora lhe dê um…

  • Devemos duvidar do intérprete situado apenas no nível da superfície, no qual há regras estabelecidas que comandam os pontos que estabelecem a relação significado-significante. Em Lacan, aparecem muitas metáforas que expõem esse problema da seguinte maneira: o intérprete não tem responsabilidade na interpretação a partir do momento em que ele pode dispor de regras para…

Heidegger – Fenomenologia e Hermenêutica

Responsáveis: João e Murilo Cardoso de Castro

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