SZ:259 – Dasein morre factualmente

Castilho

O ser-para-a-morte se funda na preocupação. Como dejectado ser-no-mundo, o Dasein já é cada vez responsável por sua morte. Sendo para sua morte, ele morre factualmente e sem dúvida constantemente, enquanto não chega ao seu deixar-de-viver. Que o Dasein morre factualmente significa ao mesmo tempo que, em seu ser-para-a-morte, ele já se decidiu sempre desta ou daquela maneira. A cotidiana esquivança decaída diante da morte é um ser-para-a-morte impróprio. A impropriedade tem por fundamento 1 uma possível propriedade. Impropriedade caracteriza um modo-de-ser em que o Dasein pode se situar e no mais das vezes já sempre se situou, mas no qual ele não deve se situar necessária (713) e constantemente. Porque o Dasein existe, ele se determina como ente, tal como ele é cada vez, a partir de uma possibilidade que ele mesmo é e entende. (p. 713)

Rivera

Vezin

Macquarrie

Original

  1. Sobre a impropriedade do Dasein se tratou no § 9, pp. 56 ss., § 27, p. 153, e especialmente no § 38, pp. 233 ss.[↩]
  2. Sobre la impropiedad del Dasein se trató en el § 9, p. 67 ss., § 27, p. 153 y especialmente § 38, p. 197 ss.[↩]
  3. II a été traité de l’impropriété du Dasein §9, p. 42 sqq., §27, p. 130, et particulièrement § 38, p. 175 sqq.[↩]
  4. ‘Weil das Dasein existiert, bestimmt es sich als Seiendes, wie es ist, je aus einer Möglichkeit, die es selbst ist und versteht.’[↩]
  5. Über die Uneigentlichkeit des Daseins wurde gehandelt § 9, S. 42 ff., 27, S. 130, und bes. § 38, S. 175 ff.[↩]
Excertos de

Heidegger – Fenomenologia e Hermenêutica

Responsáveis: João e Murilo Cardoso de Castro

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