SZ:256 – convicção

Castilho

O modus da certeza é a convicção. Nela o Dasein pode ser determinado unicamente pelo testemunho da coisa descoberta (verdadeira) ela mesma. O ter-por-verdadeiro (assentir) como manter-se-na-verdade somente é suficiente quando se funda no ente descoberto ele mesmo e se, como ser-para o ente assim descoberto, tornou-se transparente quanto a sua (705) adequação a esse ente. Algo semelhante falta numa invenção arbitrária ou no mero “opinar” sobre um ente.

A suficiência do ter-por-verdadeiro se mede pela pretensão-de-verdade a que ele pertence. Esta recebe sua legitimidade a partir do modo-de-ser do ente por abrir e da direção do abrir. Com a diversidade do ente e conforme a tendência condutora e a amplitude do abrir, o gênero de verdade e com ele sua certeza se modificam. (p. 705, 707)

Rivera

Vezin

Macquarrie

Original

  1. ‘In ihr lässt sich das Dasein einzig durch das Zeugnis der entdeckten (wahre) Sache selbst sein verstehendes Sein zu dieser bestimmen.’ The connection between ‘Überzeugung’ (‘conviction’) and ‘Zeugnis’ (testimony) is obscured in our translation.[↩]
Excertos de

Heidegger – Fenomenologia e Hermenêutica

Responsáveis: João e Murilo Cardoso de Castro

Twenty Twenty-Five

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