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eigenen / eigentlich / Eigentlichkeit / Eigentum / Eigenschaft / Eigenschaften / uneigentlich / Uneigentlichkeit / Aneignung / ge-eignet / Geeignetheit / Zueignung

eigenen / propre / próprio / own / eigentlich / authentique / authentic / autentico / autêntico / Eigentlichkeit / authenticité / authenticity / autenticidade / Eigentum / ownhood / Eigenschaft / qualité / Eigenschaften / propriétés / propriedades / attributes / uneigentlich / inauthentique / impropre / inauthentic / inautêntico / inautentico / impróprio / Uneigentlichkeit / inauthenticité / impropriedade / inauthenticity / inautenticidade / Aneignung / appropriation / apropriação / apropiación / appropriation / ge-eignet / gatheres into his own / Geeignetheit / appropriation / Zueignung / apropriação / coming-into-its-own / adjudicación

Eigentlichkeit (die), eigentlich: «propiedad», «propio»; ocasionalmente, «autenticidad» y «auténtico». Abundan los pasajes en que se refleja la importancia que Heidegger concede a la pareja de términos eigentlich y uneigentlich, que se pueden traducir sin mayores complicaciones como «auténtico» e «inauténtico», «genuino» y «no genuino», «verdadero» e «impropio», respectivamente. Ahora bien, cuando los adjetivos eigentlich y uneigentlich se utilizan para indicar los dos modos fundamentales de existencia del Dasein   creemos que es más ajustada la opción de «propio» e «impropio», sobre todo si se presta atención a la raíz eigen que significa «propio», «particular», «peculiar», «característico», «especial». A tenor del Diccionario alemán de los hermanos Grimm, que Heidegger solía consultar en la preparación de sus lecciones y escritos, eigentlich remite al término griego idios y al término latín proprius. Éstos, a su vez, están estrechamente emparentados con el echein   y el habere, esto es, «apoderarse», «retener», «lo que le pertenece a uno», «lo que depende de uno mismo». Eigen, según los hermanos Grimm, también alude a la idea   de «seguir el propio camino guiándose por el espíritu» o de «estar en casa y a cobijo de las inclemencias». Como se ve, nos hallamos ante diferentes formulaciones lingüísticas que de una u otra manera insisten en la existencia de una esfera privada, interior, genuina, secreta, originaria, extraordinaria que no se ve afectada por los acontecimientos externos, que no se deja dictar las normas desde una instancia ajena al individuo, al alma, al sujeto; en términos heideggerianos, se trataría de un tipo de existencia que no obedece a los dictámenes del uno público, ya que es el Dasein mismo quien en cada caso debe realizar la difícil tarea de asumir su existencia como algo que le pertenece en propiedad (Eigentum), de tomar posesión de la existencia en cada caso mía (jemeinig), contrarrestando así la tendencia hacia la caída y neutralizando la inclinación a apartarse de su propio camino. Con cierta frecuencia, Heidegger juega con la sugestiva imagen de que cuando la existencia humana sucumbe ante la inercia de la impropiedad se aleja de sí (Weg  -sein  ), mientras que cuando se mantiene en la órbita de la propiedad está cerca de sí (Da-sein). En este sentido, la existencia humana se halla determinada por la tensión entre propiedad e impropiedad, es decir, está ontológicamente determinada por un movimiento de reapropiación constante de sí misma; en otras palabras, debe liberarse de los lazos que la mantienen atada a las rutinas de la vida diaria y remontar infatigablemente las resbaladizas pendientes de la vida cotidiana (una tarea interminable y a veces infructuosa, que en muchos casos evoca la imagen de Sísifo). Así pues, en los contextos en que eigentlich y uneigentlich, Eigentlichkeit y Uneigentlichkeit remitan a la existencia humana, nos parecen oportunas y acertadas las soluciones de «propio» e «impropio», «propiedad» e «impropiedad», respectivamente. En los demás casos, también puede recurrirse a las alternativas «auténtico» e «inauténtico», «autenticidad» e «inautenticidad». (Jesús Adrián Escudero  )


Tal como procuramos evidenciar acima, a indeterminação ontológica originária do ser-aí humano obriga a pensar em uma saída de tal indeterminação que não aconteça simplesmente por meio de um ato de vontade. Nenhum ser-aí jamais se encontra diante da possibilidade de, experimentando primeiramente a sua indeterminação, sair por si mesmo de tal situação, escolhendo entre um conjunto de possibilidades indiferentes colocadas à sua disposição. A própria noção de indeterminação ontológica inviabiliza todo e qualquer resíduo de uma subjetividade originária capaz de realizar escolhas. Assim, existir para o ser-aí precisa significar abrupta e imediatamente sair de tal indeterminação. Isto acontece, por sua vez, na medida em que a existência traz consigo em sua mobilidade estrutural originária uma dinâmica de absorção no campo existencial mesmo, no horizonte histórico de possibilidades que se chama a princípio o mundo. Todavia, como a absorção não é o resultado de algo assim como a experiência prévia do caráter insuportável da existência e, por conseguinte, da decisão pessoal que seja por fugir de sim, senão um traço constitutivo e absolutamente necessário do existir, não há como falar de tal absorção em termos morais. Existir implica inexoravelmente deixar-se absorver no mundo, se ver originariamente arrancado da indeterminação e jogado em um campo de possibilidades marcadas pelo caráter pretérito, e, então, perder-se de si. Dito de maneira ainda mais clara, ser para o ser-aí humano precisa se mostrar de início como ser de maneira imprópria. Sem a mediação da impropriedade, ou seja, sem a experiência do horizonte histórico de possibilidades que o mundo é, o ser-aí jamais teria como escapar do nada que é e se veria radicalmente condenado a si. Assim, é preciso ser de maneira imprópria para que se possa ser algum dia de maneira própria e próprio-impróprio são modos positivos de o ser-aí ser sempre a cada vez meu. Isto, contudo, nos coloca em contato com um último elemento que precisa ser aqui tratado, antes de passarmos a uma consideração mais detida do termo “aí” presente no étimo da palavra ser-aí. [MACMundo1:42]
EIGENEN E CORRELATOS