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estudos:kockelmans:1985b:start

Arte

KOCKELMANS, Joseph J. Heidegger on art and art works. Dordrecht ; Boston : Hingham, MA, USA: M. Nijhoff Publishers ; Distributors for the U.S. and Canada, Kluwer Academic Publishers, 1985.

1. Introdução. Estética: A Disciplina e o Nome

CAPÍTULO I. As Concepções Clássicas do Belo e da Arte

CAPÍTULO II. A Estética Moderna

  • § 5. Baumgarten, Burke e Herder
    • a) Racionalismo. Baumgarten
    • b) Empirismo. Burke
    • c) Romantismo. Herder
  • § 6. Kant e Goethe

CAPÍTULO III. Hegel

  • § 7. A Estética de Hegel. Estética e História da Arte
  • § 8. Sobre o Belo e a Arte em Hegel
  • § 9. O Belo da Arte e suas Formas Particulares

10. Richard Wagner

11. A Preocupação de Nietzsche com a Estética

  • a) A Metafísica de Nietzsche. Vontade de Poder. As Questões Fundamentais da Filosofia
  • b) Cinco Teses Básicas sobre a Arte e suas Implicações

12. Nietzsche sobre a Essência da Arte

  • a) Sobre o Arrebatamento (Rausch)
  • b) O Arrebatamento e a Força Criadora de Formas
  • c) A Arte em Grande Estilo
  • d) Sobre a Verdade e a Arte

13. O Neokantismo e a Tradição Hermenêutica

PARTE II. “A Origem da Obra de Arte” de Heidegger

Introdução

CAPÍTULO I. Reflexões Introdutórias. - O Contexto Histórico das Preleções. - Seu Tema e Método

Art. I. O Contexto Histórico e o Caráter das Preleções

  • 14. O Contexto Histórico do Ensaio sobre Arte de Holzwege
    • a) De Ser e Tempo a “A Origem da Obra de Arte”
    • b) O Epílogo e suas Implicações
  • 15. Como Interpretar o Ensaio de Heidegger sobre a Obra de Arte?

Art. II. O Tema e o Método das Preleções

  • 16. Origem e Vinda-à-Presença. Fenomenologia Hermenêutica
    • a) Origem e Vinda-à-Presença. - A Questão do Método
    • b) Recuperação Destrutiva
    • c) Fenomenologia: O Método da Ontologia
      • 1. Fenômeno
      • 2. Logos Apofântico e Verdade
      • 3. A Concepção Preliminar de Fenomenologia
    • d) Fenomenologia Hermenêutica
  • 17. O Círculo Hermenêutico
    • a) Da Obra à Arte e da Arte à Obra. O Círculo
    • b) Compreensão, Interpretação e o “Como” Hermenêutico
    • c) O Círculo Hermenêutico em Ser e Tempo
    • d) O Círculo em Hegel e Heidegger

CAPÍTULO II. A Coisa e a Obra

Art. I. A Questão Ontológica sobre o Ser-Coisa da Coisa

  • 18. A Obra de Arte Tem um Caráter de Coisa
    • a) Obras de Arte São Coisas
    • b) Interpretações Tradicionais do Ser-Coisa da Coisa
  • 19. Em Direção à Origem Genuína da Estrutura Hilemórfica. - Retrospecto
    • a) O Equipamento entre Coisa e Obra
    • b) Retrospecto sobre as Reflexões Críticas acerca das Três Concepções de Coisa

Art. II. Do Equipamento à Obra de Arte

  • 20. Elucidação do Ser-Equipamento do Equipamento por Meio de uma Obra de Arte
    • a) Um Par de Sapatos de Camponês como Exemplo de um Equipamento
    • b) A Iluminação do Ser-Equipamento do Equipamento com o Auxílio de uma Experiência Imediata com uma Obra de Arte: van Gogh, Schapiro, Derrida
  • 21. A Verdade se Estabelece na Obra
    • a) Confiabilidade e a Estrutura Hilemórfica
    • b) A Primeira Caracterização do Ser-Obra da Obra: Nela a Verdade se Estabelece. Sobre a Essência da Arte e o Belo Artístico
    • c) Resumo e Perspectiva

CAPÍTULO III. Obra de Arte e Verdade

Art. I. Algumas Características Essenciais das Obras de Arte

  • 22. Como Desdobrar as Características Essenciais das Obras de Arte?
    • a) A Obra de Arte se Sustenta por Si Mesma (Eigenständigkeit)
    • b) O Acontecer da Verdade dos Entes em um Templo Grego
  • 23. A Instauração e a Abertura de um Mundo
  • 24. A Segunda Característica do Ser-Obra da Obra. - A Unidade das Duas Características Essenciais
    • a) A Presentificação da Terra
    • b) A Intimidade da Luta entre Mundo e Terra

Art. II. O Acontecer da Verdade na Obra de Arte

  • 25. A Concepção de Heidegger sobre a Essência da Verdade
  • 26. Verdade como Correspondência e Verdade como Não-Encobrimento. Verdade e Obra
    • a) Verdade como Não-Encobrimento
    • b) A Disputa entre Verdade e Não-Verdade e a Luta entre Mundo e Terra. O Belo versus o Verdadeiro
    • c) Da Obra e da Verdade à Verdade e à Arte

CAPÍTULO IV. Verdade e Arte

Art. I. Produção Artística. A Obra como Tendo-Sido-Produzida

  • 27. Produção Artística e a Clareira da Abertura na Obra
    • a) Em Direção à Essência da Produção Artística
    • b) O Estabelecimento da Clareira da Abertura da Verdade na Obra
  • 28. O Acontecer da Verdade se Fixa como Gestalt. Tendo-Sido-Produzida
    • a) O Acontecer do Não-Encobrimento se Fixa como Gestalt
    • b) O Tendo-Sido-Produzida é um Aspecto Integral da Obra de Arte

Art. II. A Obra de Arte Deve ser Mantida na Verdade

  • 29. Obras de Arte Devem ser Preservadas
    • a) A Preservação como o Permanecer dentro do Acontecer da Verdade
    • b) Preservação e Experiência de Obras de Arte
  • 30. Mais uma Vez o Caráter de Coisa da Obra
    • a) Do Caráter de Coisa ao Caráter Terroso da Obra
    • b) Por que a Coisa Pertence à Terra?

CAPÍTULO V. Sobre a Essência da Arte. Sua Vinda-à-Presença e Sua Permanência

  • 31. Em Direção à Essência da Arte
    • a) A Arte como Origem da Obra, do Artista e do Preservador
    • b) Poetizar é a Essência da Arte
    • c) A Essência da Arte, a Linguagem e a Verdade
  • 32. Sobre a Vinda-à-Presença do Poetizar
    • a) O Poetizar como a Instituição Originante, Fundante e Doadora da Verdade
    • b) A Arte como Salto Original (Ur-Sprung)
  • 33. Sobre Pensar e Poetizar
  • 34. A Relevância destas Reflexões para a Arte Contemporânea

Conclusão: Heidegger sobre a Arte

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