Arte
KOCKELMANS, Joseph J. Heidegger on art and art works. Dordrecht ; Boston : Hingham, MA, USA: M. Nijhoff Publishers ; Distributors for the U.S. and Canada, Kluwer Academic Publishers, 1985.
1. Introdução. Estética: A Disciplina e o Nome
CAPÍTULO I. As Concepções Clássicas do Belo e da Arte
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§ 2. A Concepção de Belo e Arte em Platão
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§ 3. De Aristóteles à Idade Média
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a) A Estética de Aristóteles
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b) Os Estoicos e os Ecléticos sobre “Estética”
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c) Plotino
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d) Santo Agostinho
§ 4. A Idade Média e o Renascimento-
a) A Estética Medieval. Tomás de Aquino
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b) O Renascimento
CAPÍTULO II. A Estética Moderna
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§ 5. Baumgarten, Burke e Herder
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a) Racionalismo. Baumgarten
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b) Empirismo. Burke
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c) Romantismo. Herder
CAPÍTULO III. Hegel
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§ 7. A Estética de Hegel. Estética e História da Arte
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§ 8. Sobre o Belo e a Arte em Hegel
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§ 9. O Belo da Arte e suas Formas Particulares
10. Richard Wagner
11. A Preocupação de Nietzsche com a Estética
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a) A Metafísica de Nietzsche. Vontade de Poder. As Questões Fundamentais da Filosofia
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b) Cinco Teses Básicas sobre a Arte e suas Implicações
12. Nietzsche sobre a Essência da Arte
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a) Sobre o Arrebatamento (Rausch)
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b) O Arrebatamento e a Força Criadora de Formas
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c) A Arte em Grande Estilo
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d) Sobre a Verdade e a Arte
13. O Neokantismo e a Tradição Hermenêutica
PARTE II. “A Origem da Obra de Arte” de Heidegger
Introdução
CAPÍTULO I. Reflexões Introdutórias. - O Contexto Histórico das Preleções. - Seu Tema e Método
Art. I. O Contexto Histórico e o Caráter das Preleções
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14. O Contexto Histórico do Ensaio sobre Arte de Holzwege
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a) De Ser e Tempo a “A Origem da Obra de Arte”
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b) O Epílogo e suas Implicações
15. Como Interpretar o Ensaio de Heidegger sobre a Obra de Arte?Art. II. O Tema e o Método das Preleções
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16. Origem e Vinda-à-Presença. Fenomenologia Hermenêutica
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a) Origem e Vinda-à-Presença. - A Questão do Método
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b) Recuperação Destrutiva
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c) Fenomenologia: O Método da Ontologia
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1. Fenômeno
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2. Logos Apofântico e Verdade
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3. A Concepção Preliminar de Fenomenologia
d) Fenomenologia Hermenêutica17. O Círculo Hermenêutico-
a) Da Obra à Arte e da Arte à Obra. O Círculo
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b) Compreensão, Interpretação e o “Como” Hermenêutico
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c) O Círculo Hermenêutico em Ser e Tempo
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d) O Círculo em Hegel e Heidegger
CAPÍTULO II. A Coisa e a Obra
Art. I. A Questão Ontológica sobre o Ser-Coisa da Coisa
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18. A Obra de Arte Tem um Caráter de Coisa
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a) Obras de Arte São Coisas
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b) Interpretações Tradicionais do Ser-Coisa da Coisa
19. Em Direção à Origem Genuína da Estrutura Hilemórfica. - Retrospecto-
a) O Equipamento entre Coisa e Obra
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b) Retrospecto sobre as Reflexões Críticas acerca das Três Concepções de Coisa
Art. II. Do Equipamento à Obra de Arte
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20. Elucidação do Ser-Equipamento do Equipamento por Meio de uma Obra de Arte
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a) Um Par de Sapatos de Camponês como Exemplo de um Equipamento
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b) A Iluminação do Ser-Equipamento do Equipamento com o Auxílio de uma Experiência Imediata com uma Obra de Arte: van Gogh, Schapiro, Derrida
21. A Verdade se Estabelece na Obra-
a) Confiabilidade e a Estrutura Hilemórfica
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b) A Primeira Caracterização do Ser-Obra da Obra: Nela a Verdade se Estabelece. Sobre a Essência da Arte e o Belo Artístico
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c) Resumo e Perspectiva
CAPÍTULO III. Obra de Arte e Verdade
Art. I. Algumas Características Essenciais das Obras de Arte
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22. Como Desdobrar as Características Essenciais das Obras de Arte?
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a) A Obra de Arte se Sustenta por Si Mesma (Eigenständigkeit)
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b) O Acontecer da Verdade dos Entes em um Templo Grego
23. A Instauração e a Abertura de um Mundo24. A Segunda Característica do Ser-Obra da Obra. - A Unidade das Duas Características Essenciais-
a) A Presentificação da Terra
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b) A Intimidade da Luta entre Mundo e Terra
Art. II. O Acontecer da Verdade na Obra de Arte
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25. A Concepção de Heidegger sobre a Essência da Verdade
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26. Verdade como Correspondência e Verdade como Não-Encobrimento. Verdade e Obra
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a) Verdade como Não-Encobrimento
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b) A Disputa entre Verdade e Não-Verdade e a Luta entre Mundo e Terra. O Belo versus o Verdadeiro
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c) Da Obra e da Verdade à Verdade e à Arte
CAPÍTULO IV. Verdade e Arte
Art. I. Produção Artística. A Obra como Tendo-Sido-Produzida
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27. Produção Artística e a Clareira da Abertura na Obra
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a) Em Direção à Essência da Produção Artística
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b) O Estabelecimento da Clareira da Abertura da Verdade na Obra
28. O Acontecer da Verdade se Fixa como Gestalt. Tendo-Sido-Produzida-
a) O Acontecer do Não-Encobrimento se Fixa como Gestalt
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b) O Tendo-Sido-Produzida é um Aspecto Integral da Obra de Arte
Art. II. A Obra de Arte Deve ser Mantida na Verdade
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29. Obras de Arte Devem ser Preservadas
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a) A Preservação como o Permanecer dentro do Acontecer da Verdade
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b) Preservação e Experiência de Obras de Arte
30. Mais uma Vez o Caráter de Coisa da Obra-
a) Do Caráter de Coisa ao Caráter Terroso da Obra
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b) Por que a Coisa Pertence à Terra?
CAPÍTULO V. Sobre a Essência da Arte. Sua Vinda-à-Presença e Sua Permanência
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31. Em Direção à Essência da Arte
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a) A Arte como Origem da Obra, do Artista e do Preservador
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b) Poetizar é a Essência da Arte
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c) A Essência da Arte, a Linguagem e a Verdade
32. Sobre a Vinda-à-Presença do Poetizar-
a) O Poetizar como a Instituição Originante, Fundante e Doadora da Verdade
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b) A Arte como Salto Original (Ur-Sprung)
33. Sobre Pensar e Poetizar34. A Relevância destas Reflexões para a Arte ContemporâneaConclusão: Heidegger sobre a Arte
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