Ao resumir e adotar a posição de
Nietzsche de que não há força em geral sem a diferença entre as forças,
Derrida concorda com a definição nietzschiana de metafísica como primado do inteligível, do uno, do significado, e o único superação da metafísica é seu renversement, pela posição do primado do sensível, do múltiplo, do significante, sem que nada seja anterior ao sistema das diferenças, e a différance, sendo talvez mais velha que o ser, sugere que o pensamento do ser ainda dependeria de uma sujeição platônica ao uno e ao ser como unidade transcendente.