Amar

Se este homem ama hoje esta mulher, é porque sua história passada o preparou para amar esse caráter, esse rosto, mas, enfim, é também porque ele a encontrou, e esse encontro revela em sua vida possibilidades que, sem ela, teriam permanecido adormecidas. Uma vez estabelecido, esse amor assume a forma de destino, mas no dia do primeiro encontro ele é absolutamente contingente.
(Maurice Merleau-Ponty, « La guerre a eu lieu » [junho de 1945], S.N.-S., p. 253.)

Excertos de

Heidegger – Fenomenologia e Hermenêutica

Responsáveis: João e Murilo Cardoso de Castro

Twenty Twenty-Five

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