O ser humano é essencialmente necessitado de ajuda, por estar sempre em perigo de se perder, de se esquecer, de não conseguir lidar consigo. Este perigo está ligado à liberdade do ser humano. Toda a questão do poder-ser-doente está ligada à incompletude da sua essência. Toda a doença é uma perda de liberdade, uma restrição da possibilidade de viver. (GA89)