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ZIMMERMAN (1990) – HEIDEGGER, NACIONAL SOCIALISMO E técnica MODERNA

Preocupação com questões urgentes da “existência fáctica” e problemas de história da metafísica. Relações entre decadência do Ocidente no niilismo e declínio da humanidade ocidental na compreensão do ser.

A tese Jünger de que a Gestalt do trabalhador mobilizava o planeta em um frenesi técnico, similar a Spengler, Scheler e outros. Jünger expressa melhor a condição metafísica do Ocidente no fim da história da metafísica. Jünger não aceita explicações marxistas e liberais para a Modernidade industrial. A transformação industrial é uma manifestação empírica de um poder oculto que metamorfoseia o mundo, tomando a forma da Gestalt do trabalhador, enquanto última manifestação histórica da Vontade de Poder de Nietzsche. Heidegger adota o que Jünger denomina a história da Vontade de Poder, sob a denominação de “história do ser”.

Ilusão das possibilidades do Nacional Socialismo

Apreciação da importância dos escritos de Jünger

Apoio à quimera do Nacional Socialismo - um sonho filosófico

Revisitando a história oficial de eventuais associações com o Nazismo

(ZIMMERMAN, Michael E. Heidegger’s Confrontation with Modernity. Technology, Politics, Art. Bloomington: Indiana University Press, 1990)

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