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ZIMMERMAN (1990) – CONFRONTAÇÃO COM A MODERNIDADE

O perigo em que se encontra o «sagrado coração dos povos» do Ocidente não é o de estar em declínio, mas é o de que nós entregamo-nos à extravagância, emaranhamo-nos a nós mesmos à vontade da modernidade e impulsionamo-la. (GA55:181)

Para Martin Heidegger, a «modernidade» constituía o estágio final da história do declínio do Ocidente, desde a Idade do Ouro dos Gregos até ao niilismo tecnológico do século XX. Ele acreditava que os Gregos iniciaram a «metafísica produtivista» no momento em que concluíram que, para um «ente», «ser» significava, para ele, ser produzido. Enquanto aquilo que entendiam por «produção» e por «manufacturar», o ensinamento de Heidegger é o de que eles diferiam dos processos produtivos envolvidos na tecnologia industrial, mas que, apesar de tudo, foi o entendimento dos gregos sobre o ser-do-ente que conduziu finalmente à tecnologia moderna.

(ZIMMERMAN, Michael E.. Heidegger’s Confrontation with Modernity. Technology, Politics, Art. Bloomington: Indiana University Press, 1990)

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