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ARTE E NIILISMO
AGAMBEN, G. O homem sem conteúdo. Tr. Cláudio Oliveira. Belo Horizonte : Autêntica Editora, 2012.
O exame do gosto estético nos leva, assim, a nos perguntarmos se não existe talvez algum tipo de nexo entre o destino da arte e o surgimento daquele niilismo que, segundo as palavras de Heidegger, não é de modo algum um movimento histórico ao lado de outros, mas “pensado na sua essência, é o movimento fundamental da História do Ocidente”1)].
1)
HEIDEGGER, Martin. Nietzsches Wort “Gott ist tot”. In : Holzwege (1950), p. 201. [Edição portuguesa : A palavra de Nietzsche “Deus morreu”. In : Caminhos de floresta. Coordenação científica da edição e tradução de Irene Borges-Duarte. Lisboa : Fundação Calouste Gulbenkian, 2002.
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