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Heidegger e ciência

KOCKELMANS, Joseph J. Heidegger and science. Washington, D.C: Center for Advanced Research in Phenomenology : University Press of America, 1985.

  • Prefácio
  • Introdução: FILOSOFIA DA CIÊNCIA E ONTOLOGIA DA CIÊNCIA
    • A. Ciência e a Era Moderna
    • B. Ciência, pesquisa fundacional e filosofia da ciência
    • C. Desenvolvimentos recentes na filosofia da ciência. Lógica e história da ciência
    • D. Principais escolas e tendências na filosofia da ciência hoje
    • E. Filosofia da ciência: o lugar da fenomenologia hermenêutica
    • F. Heidegger e a filosofia da ciência

PARTE I: O CONTEXTO DE HEIDEGGER. SOBRE O SIGNIFICADO DA FENOMENOLOGIA HERMENÊUTICA

  • Capítulo I: A INTRODUÇÃO DE HEIDEGGER ÀS CIÊNCIAS E À FILOSOFIA DA CIÊNCIA DE SEU TEMPO
    • 1: A formação de Heidegger
    • 2: Da psicologia personalista de Dilthey, passando pela fenomenologia de Husserl, à analítica do Dasein de Heidegger
      • a. Origem e desenvolvimento da pesquisa fenomenológica
      • b. As descobertas fundamentais da fenomenologia
      • c. Avaliação crítica da fenomenologia transcendental de Husserl
    • 3: Nota sobre as Geisteswissenschaften
  • Capítulo II: A FENOMENOLOGIA HERMENÊUTICA COMO MÉTODO DA ANALÍTICA DO DASEIN
    • 4: Sobre a necessidade, a estrutura e a prioridade da questão do ser
    • 5: Sobre o caráter científico da filosofia. A preocupação de Heidegger com o método
    • 6: Recuperação destrutiva e fenomenologia hermenêutica
    • 7: A concepção de fenomenologia de Heidegger
      • a. Fenomenologia. O significado do termo
      • b. Fenomenologia hermenêutica
      • c. A filosofia tardia de Heidegger. Husserl e Heidegger
  • Capítulo III: SER-NO-MUNDO E O CARÁTER HERMENÊUTICO DO COMPREENDER HUMANO ENQUANTO TAL
    • 8: Dasein, ek-sistência, ser-no-mundo
    • 9: Ocupação e conhecimento teórico
    • 10: A concepção de Verstehen em Heidegger
    • 11: Compreensão interpretativa e o círculo hermenêutico
    • 12: Dasein e realidade. Nem realismo nem idealismo
    • 13: Sobre a verdade
    • 14: Nota sobre ontologias regionais
      • a. A concepção original de Husserl das ontologias regionais
      • b. Ontologias regionais e ciências empíricas
      • c. A crítica de Heidegger à fenomenologia transcendental de Husserl

PARTE II: A CONCEPÇÃO DE CIÊNCIAS EM HEIDEGGER

  • Capítulo IV: RUMO À ESSÊNCIA DA CIÊNCIA EMPÍRICA
    • 15: Do lidar ocupado (praxis) à teoria
    • 16: Tematização. A tematização é objetivação
    • 17: Sobre a relação entre a pesquisa fundacional em uma ciência e a filosofia
      • a. O limite da autofundação de toda ciência
      • b. A fundação da ciência, ontologia regional e ontologia fundamental
    • 18: A ciência e outras formas de discurso racional
  • Capítulo V: RUMO A UMA ONTOLOGIA DAS CIÊNCIAS MODERNAS DA NATUREZA
    • 19: Origem e significado das ciências matemáticas modernas da natureza
      • a. Ciência moderna vs. antiga e medieval
      • b. O matemático. Sobre o significado de mathesis
      • c. O caráter matemático da ciência natural moderna. A primeira lei de Newton
      • d. A diferença entre a experiência grega e a moderna da natureza
      • e. A essência da projeção matemática. O experimento da queda livre de Galileu
    • 20: Rumo à essência da ciência moderna da natureza
      • a. A ciência natural é pesquisa
      • b. A ciência natural procede segundo métodos
      • c. A ciência natural é empreendimento, sistema e instituição
    • 21: A ciência natural moderna como teoria do que é real
    • 22: Ciência natural e tecnologia
    • 23: Ciência e metafísica na era moderna: o significado metafísico do matemático
  • Capítulo VI: HISTÓRIA E HISTORIOLOGIA. A COMPREENSÃO DE HEIDEGGER DAS GEISTESWISSENSCHAFTEN
    • 24: A ciência da história no contexto da fenomenologia hermenêutica
    • 25: A fonte eksistencial da historiologia na historicidade do Dasein
    • 26: Rumo a uma teoria abrangente de nosso conhecimento da história
  • Capítulo VII: FENOMENOLOGIA HERMENÊUTICA E AS CIÊNCIAS HUMANAS
    • 27: Por que Heidegger não se concentrou explicitamente nas ciências humanas?
    • 28: Tematização objetivante nas ciências humanas
    • 29: Ciências humanas descritivas e interpretativas. Sobre os métodos a serem empregados no componente descritivo de cada ciência humana
    • 30: Ciências interpretativas do homem e métodos a serem usados nelas
    • 31: Os cânones da hermenêutica e da ciência social interpretativa
  • Epílogo
    • 1: Duas formas de pensamento. A falta de pensamento como característica dominante de nossa época
    • 2: A ameaça do niilismo
    • 3: O perigo da era atômica
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