A noção de teoria do conhecimento fundada em processos mentais remonta a Locke, a ideia de mente como entidade separada remonta a
Descartes, a concepção da filosofia como tribunal da razão pura remonta a
Kant, e essa concepção foi consolidada pelos neokantianos no século XIX, apesar dos protestos isolados de
Nietzsche e William James, tornando-se substituta da religião para os intelectuais