KOPF, Gereon. Beyond personal identity: Dōgen, Nishida, and a phenomenology of empty selves. Richmond, Surrey: Curzon Press, 2001.
Sou conhecido como Nāgasena, Vossa Majestade; é assim que meus companheiros monges me chamam. Mas, embora meus pais tenham me dado esse nome… trata-se apenas de uma designação prática. Não há qualquer indício de um indivíduo permanente implícito no uso dessa palavra.
Nāgasena
Se eu disser “Não serei eu, mas um dos meus eus futuros”, não estou sugerindo que serei esse eu futuro. Ele é um dos meus eus posteriores, e eu sou um dos seus eus anteriores. Não há uma pessoa subjacente que nós dois sejamos.
Derek Parfit
Embora não sejam um, não são diferentes; embora não sejam diferentes, não são idênticos; embora não sejam idênticos, não são muitos.
DŌGEN Kigen
Aquilo que é idêntico em si mesmo não é meramente um, mas deve ser os muitos como um e o um como muitos. Por essa razão, aquilo que muda não muda e aquilo que não muda muda, como acontece, por exemplo, com nossa autoconsciência; podemos pensar nisso como identidade própria.
NISHIDA Kitarō
Dōgen Kigen
Nishida Kitarō
Considerações metodológicas