Isso começa a soar bastante sombrio, descobrindo-se a liberdade na angústia, cortados tanto das relações com os outros quanto da autocompreensão, confrontando uma morte solitária, descrevendo-se ainda a relação própria com a morte como antecipação, ou mais literalmente como correr-para-frente-em (vorlaufen in), questionando-se se haveria aqui participação na valorização niilista do suicídio encontrada em Ivan Karamázov ou na idealização protofascista da morte encontrada nos escritos de Ernst
Jünger, o que seria decepcionante, não sendo, contudo, o caso, exigindo-se antes percorrer a ginástica linguística de II.1