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| estudos:zimmerman:zimmerman-1982244-246-liberacao [16/01/2026 14:40] – created - external edit 127.0.0.1 | estudos:zimmerman:zimmerman-1982244-246-liberacao [27/01/2026 06:37] (current) – mccastro |
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| ===== ZIMMERMAN (1982:244-246) – LIBERAÇÃO ===== | ===== LIBERAÇÃO (1982:244-246) ===== |
| O tratamento mais extenso de Heidegger sobre a liberação diz respeito à liberação do indivíduo da vontade própria e do pensamento objetivante. Essa discussão é encontrada em seu ensaio “Towards the Elucidation of Releasement: From a Dialogue on a Country Path about Thinking” (1944-1945) (GA77). Esse diálogo entre um cientista, um acadêmico e um Professor (que parece representar Heidegger) argumenta que o “pensamento” genuíno começa somente quando o indivíduo é liberado da intencionalidade inerente ao pensamento representacional. (G, 29-30/58-59) O pensamento representacional é intencional porque revela os entes apenas de acordo com os padrões que impõe. O fato de Heidegger já ter se engajado nesse tipo de pensamento fica evidente na seguinte observação que ele fez em 1927: | O tratamento mais extenso de Heidegger sobre a liberação diz respeito à liberação do indivíduo da vontade própria e do pensamento objetivante. Essa discussão é encontrada em seu ensaio “Towards the Elucidation of Releasement: From a Dialogue on a Country Path about Thinking” (1944-1945) (GA77). Esse diálogo entre um cientista, um acadêmico e um Professor (que parece representar Heidegger) argumenta que o “pensamento” genuíno começa somente quando o indivíduo é liberado da intencionalidade inerente ao pensamento representacional. (G, 29-30/58-59) O pensamento representacional é intencional porque revela os entes apenas de acordo com os padrões que impõe. O fato de Heidegger já ter se engajado nesse tipo de pensamento fica evidente na seguinte observação que ele fez em 1927: |
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