estudos:schuback:sujeito-objeto-stms
Differences
This shows you the differences between two versions of the page.
| estudos:schuback:sujeito-objeto-stms [02/07/2026 13:09] – created - external edit 127.0.0.1 | estudos:schuback:sujeito-objeto-stms [10/09/2026 04:00] (current) – external edit 127.0.0.1 | ||
|---|---|---|---|
| Line 1: | Line 1: | ||
| + | ====== SUJEITO-OBJETO ====== | ||
| + | |||
| + | |||
| + | |||
| + | Objekt, Gegenstand, Subjekt. VIDE Objetivierung, | ||
| + | |||
| + | Na própria presença (Dasein) e para ela, esta constituição de ser é, desde sempre e de alguma maneira, reconhecida. No entanto, para ser também conhecida, o conhecer explícito nessa tarefa toma a si mesmo, enquanto conhecimento do mundo, como relação exemplar entre “alma” e mundo. Por isso, conhecer o mundo (noein), dizer e discutir o “mundo” (logos) funcionam como modo primário de ser-no-mundo, | ||
| + | |||
| + | Se ser-no-mundo é uma constituição fundamental da presença (Dasein) em que ela se move não apenas em geral mas, sobretudo, no modo da cotidianidade, | ||
| + | |||
| + | Mesmo que se lograsse determinar ontológica e primariamente o ser-em a partir do ser-no-mundo que conhece, isso implicaria, como primeira tarefa indispensável, | ||
| + | |||
| + | Em que direção deve-se olhar para que se possa caracterizar fenomenalmente o ser-em como tal? A resposta encontra-se, | ||
| + | |||
| + | 2. Enunciado também diz predicação. De um “**SUJEITO**” enuncia-se um “predicado”, | ||
| + | |||
| + | Não discutiremos em maiores detalhes a teoria do “juízo”, | ||
| + | |||
| + | Por ocasião da primeira indicação do ser-no-mundo como constituição fundamental da presença (Dasein) e na caracterização de seus momentos constitutivos não se considerou fenomenalmente o seu modo de ser na análise da constituição de ser. Sem dúvida, os modos básicos possíveis de ser-em, ocupação e preocupação, | ||
| + | |||
| + | Essa estrutura, porém, diz respeito ao todo da constituição da presença (Dasein). Esse anteceder-a-si-mesma não significa uma espécie de tendência isolada num “**SUJEITO**” sem mundo, mas caracteriza o ser-no-mundo. Pertence a esse ser-no-mundo, | ||
| + | |||
| + | Do ponto de vista ontológico, | ||
| + | |||
| + | Antes de uma orientação “perspectivista”, | ||
| + | |||
| + | Mas será necessário para isso arrolar toda a problemática “epistemológica” referente à relação sujeito-objeto? | ||
| + | |||
| + | O enunciado é verdadeiro significa: ele descobre o ente em si mesmo. Ele enuncia, indica, “deixa ver” (apophansis) o ente em seu ser e estar descoberto. O ser-verdadeiro (verdade) do enunciado deve ser entendido no sentido de ser-descobridor. A verdade não possui, portanto, a estrutura de uma concordância entre conhecimento e **OBJETO**, no sentido de uma adequação entre um ente (**SUJEITO**) e um outro ente (**OBJETO**). STMS: ET44 | ||
| + | |||
| + | As remissões da significância que determinam a estrutura do mundo não são, portanto, uma rede de formas que um **SUJEITO**, | ||
| + | |||
| + | Concebendo, ontologicamente, | ||
| + | |||
| + | De fato, a história não é o contexto dos movimentos de alteração do **OBJETO** nem a sequência de vivências soltas do “**SUJEITO**”. Será que o acontecer da história diz respeito ao “encadeamento” de **SUJEITO** e **OBJETO**? Se o acontecer já remete à relação sujeito-objeto então ainda é preciso questionar o modo de ser deste encadeamento como tal, caso este encadeamento seja o que, no fundo, “acontece”. A tese da historicidade da presença (Dasein) não afirma que é histórico o **SUJEITO** sem mundo mas sim o ente que existe como ser-no-mundo. O acontecer da história é o acontecer de ser-no-mundo. Em sua essência, historicidade da presença (Dasein) é historicidade de mundo que, baseada na temporalidade ekstática e horizontal, pertence à sua temporalização. Como a presença (Dasein) existe faticamente, | ||
| + | |||
| + | O tempo, “no qual” se move e repousa o que é simplesmente dado, não é “objetivo”, | ||
| + | |||
| + | Mas o tempo do mundo também é “mais subjetivo” do que qualquer **SUJEITO** possível porque, no sentido bem entendido de cura como ser do si-mesmo que existe faticamente, | ||
| + | |||
| + | {{tag> | ||
