| (...) o que Heidegger entende que Hölderlin quer dizer com "poetizar". "... Descrever essa medida, deixá-la servir como medida e aceitá-la como medida: isso é o que (Hölderlin) quer dizer com poetizar..." Mas por que chamar isso de poetizar? Se nos restringirmos ao texto em si, há apenas uma dica. Dizem-nos que o processo de medição, ou seja, a resposta do Ser-aí ao Ser, é o "elemento" em que a morada do homem é conservada. Em outro ponto, somos informados de que a resposta do homem ao Ser (tal como lhe chega por meio da linguagem) é aquela expressão que fala no "elemento" da poetização. Tomamos essa coincidência de "elemento", por mais tênue que seja, para garantir a suposição de que a medição é uma poetização na medida em que, por meio dela, o Ser (Maß) é trazido (Nähme) à linguagem. Então, o Ser-aí cumpriria sua função de medição ao tomar, ou seja, ao atender, o Ser-como-medida, visto que o Ser é a Expressão original. Isso daria um sentido muito coerente a um texto como o seguinte: | (...) o que Heidegger entende que Hölderlin quer dizer com "poetizar". "... Descrever essa medida, deixá-la servir como medida e aceitá-la como medida: isso é o que (Hölderlin) quer dizer com poetizar..." Mas por que chamar isso de poetizar? Se nos restringirmos ao texto em si, há apenas uma dica. Dizem-nos que o processo de medição, ou seja, a resposta do Ser-aí ao Ser, é o "elemento" em que a morada do homem é conservada. Em outro ponto, somos informados de que a resposta do homem ao Ser (tal como lhe chega por meio da linguagem) é aquela expressão que fala no "elemento" da poetização. Tomamos essa coincidência de "elemento", por mais tênue que seja, para garantir a suposição de que a medição é uma poetização na medida em que, por meio dela, o Ser (Maß) é trazido (Nähme) à linguagem. Então, o Ser-aí cumpriria sua função de medição ao tomar, ou seja, ao atender, o Ser-como-medida, visto que o Ser é a Expressão original. Isso daria um sentido muito coerente a um texto como o seguinte: |