| Anteriormente, apresentei o problema da dação em termos dos seguintes momentos. ( a ) Começamos lidando com entes familiares, enquanto tomamos os entes como tais e como um todo como garantidos, ( b ) Em uma emergência ( Not ), uma ruptura nessa familiaridade, percebemos que os entes são dados como tais e como um todo; nós os recebemos como uma totalidade que não é nada, ( c ) Reconhecemos que essa dação dos entes como tais e como um todo já tinha que estar em vigor, mesmo quando não nos dávamos conta disso. ( d ) Podemos, então, explorar os padrões que caracterizam essa dação prévia, ( e ) Podemos também perguntar como essa dação padronizada é, ela própria, dada a nós. ( f ) Podemos então descobrir que essa dação envolve uma primazia do pertencimento sobre os universais. | Anteriormente, apresentei o problema da dação em termos dos seguintes momentos. ( a ) Começamos lidando com entes familiares, enquanto tomamos os entes como tais e como um todo como garantidos, ( b ) Em uma emergência ( Not ), uma ruptura nessa familiaridade, percebemos que os entes são dados como tais e como um todo; nós os recebemos como uma totalidade que não é nada, ( c ) Reconhecemos que essa dação dos entes como tais e como um todo já tinha que estar em vigor, mesmo quando não nos dávamos conta disso. ( d ) Podemos, então, explorar os padrões que caracterizam essa dação prévia, ( e ) Podemos também perguntar como essa dação padronizada é, ela própria, dada a nós. ( f ) Podemos então descobrir que essa dação envolve uma primazia do pertencimento sobre os universais. |