estudos:ldmh:pensar
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| + | ====== Pensar (denken) ====== | ||
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| + | LDMH | ||
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| + | * Distinção entre //das Denken// (atividade de pensar) e //der Gedanke// (conteúdo pensado), separando processo e resultado, onde a modernidade reduz o pensar a uma faculdade consciente que objetiva o ser em representações, | ||
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| + | * Em //O que se chama pensar?// [GA8] (1951-1952), | ||
| + | * A pergunta //Was heißt Denken?// desdobra-se em quatro dimensões interligadas: | ||
| + | * Significado essencial do verbo " | ||
| + | * Interpretação tradicional da atividade de pensar | ||
| + | * Condições necessárias para a capacidade de pensar | ||
| + | * O que propriamente convoca ao pensar — questão central que confere unidade e direção às demais | ||
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| + | * A //Carta sobre o humanismo// [GA9] (1946) posiciona o pensar além da dicotomia teoria/ | ||
| + | * O pensar não é uma faculdade isolada, mas um modo de ser que engaja a existência em sua totalidade, afastando-se tanto do intelectualismo estéril — com suas sutilezas bizantinas — quanto do sentimentalismo difuso, que se dissolve em um //pathos// nebuloso e sem contornos | ||
| + | * Desaprender a noção tradicional de pensar como representação exige um exercício contínuo e infinito: aprender a pensar é um // | ||
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| + | * A analogia com o ofício manual não evoca nostalgia por uma " | ||
| + | * Em carta à esposa (15/ | ||
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| + | * O que convoca ao pensar (//das Bedenkliche// | ||
| + | * Esse "ainda não" não implica um declínio cultural, mas um chamado a responder ao destino do ser ocidental, não como decreto fixo, mas como envio do que nos é próprio: a questão da relação entre ser e pensar, que moveu toda a tradição de Parmênides (fragmentos 3 e 8 do //Poema//: " | ||
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| + | * Nas // | ||
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| + | * A etimologia de //Gedanc// (forma medieval de // | ||
| + | * Heidegger expressa essa riqueza em versos finais: | ||
| + | * //Was heißt Denken? Heißt es: Bringen den Dank?// (" | ||
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| + | * Em // | ||
| + | * //Das rechnende Denken// (pensar calculante): | ||
| + | * //Das besinnliche Nachdenken// | ||
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| + | * Esse outro pensar, mais simples por não se reduzir à filosofia ou às ciências, é também mais difícil: ninguém pode hoje pretender dominá-lo, como expresso por Heidegger em 1969, citando Kleist: " | ||
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