estudos:ldmh:inverdade
Differences
This shows you the differences between two versions of the page.
| Both sides previous revisionPrevious revisionNext revision | Previous revision | ||
| estudos:ldmh:inverdade [20/01/2026 19:46] – removed - external edit (Unknown date) 127.0.0.1 | estudos:ldmh:inverdade [09/02/2026 20:16] (current) – external edit 127.0.0.1 | ||
|---|---|---|---|
| Line 1: | Line 1: | ||
| + | ====== Inverdade ====== | ||
| + | * A questão da // | ||
| + | * A verdade grega (// | ||
| + | * Contudo, seria apressado deduzir uma contrariedade radical entre retraimento e aberto, pois o retraimento não é o inimigo da // | ||
| + | * O //Dasein//, enquanto ek-siste, gera o primeiro e mais extenso des-velamento (// | ||
| + | * O // | ||
| + | * Neste contexto, o prefixo //Un-// de // | ||
| + | * A // | ||
| + | * Heidegger refere-se aqui à //Irre// (errância) íntima ao //Dasein//. | ||
| + | * No mundo, o //Dasein// se aventura numa experiência não trilhada, arriscando-se, | ||
| + | * A errância é componente essencial da abertura (// | ||
| + | * Ela é o //Wesen// da verdade do ser. | ||
| + | * À condição humana responde a indeterminação, | ||
| + | * A errância é distinta do erro. | ||
| + | * A indeterminação, | ||
| + | * A errância é como um " | ||
| + | * Com a // | ||
| + | * Remontando aos gregos e além deles, que experienciam a verdade apenas a partir do aberto sem retraimento, | ||
| + | * Não há outro fundamento senão o // | ||
| + | * Existe a experiência grega da verdade (que leva à experiência moderna) a partir da presença sem retraimento do ente. | ||
| + | * E, a montante da experiência grega, existe o retraimento que abriga o desvelamento, | ||
| + | * Isso corresponde, | ||
| + | * Heidegger também empregou o termo // | ||
| + | * É com base numa compreensão específica do falso que a essência da verdade sofreu, nos gregos, uma mutação decisiva em relação à experiência originária da // | ||
| + | * Com base no aberto sem retraimento, | ||
| + | * Elas " | ||
| + | * O termo // | ||
| + | * Heidegger analisa como a verdade, contaminada pela // | ||
| + | * Para designar o contrário da verdade (// | ||
| + | * O // | ||
| + | * Platão apreende o //Wesen// do //pseudos// como não-retidão do //lógos//; o //lógos// torna-se o lugar do falso. | ||
| + | * O //Wesen// da // | ||
| + | * Sendo a // | ||
| + | * Falta uma compreensão suficientemente originária da // | ||
| + | * A verdade como arrancamento ao escapamento torna-se o contrário da não-retidão: | ||
| + | * Que primeiramente o ente se retire, eis a razão pela qual quem busca conhecê-lo não pode mais ajustar seu olhar sobre ele. | ||
| + | * Da // | ||
| + | * O que é exato não é necessariamente (ou ainda não é) verdadeiro. | ||
| + | * Enquanto aquilo que está em causa não for retido em sua "nudez primeira", | ||
| + | * Ir à contracorrente deste movimento, " | ||
| + | |||
| + | {{tag>" | ||
