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| estudos:laffoucriere:laffoucriere-1968255-256-logos-e-historia [16/01/2026 14:40] – created - external edit 127.0.0.1 | estudos:laffoucriere:laffoucriere-1968255-256-logos-e-historia [24/01/2026 07:42] (current) – mccastro |
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| ===== LAFFOUCRIÈRE (1968:255-256) – LOGOS É HISTÓRIA ===== | ===== LOGOS É HISTÓRIA (1968:255-256) ===== |
| (...) Só existe uma história do logos. Como o logos marca não apenas a unidade do ser e do ente, mas também sua diferenciação, ele abre o registro da temporalidade. Ele expressa essa temporalidade de duas maneiras: no que diz e no que não diz. No que diz, ela se encarna nas obras dos homens. No que não diz, refere-se ao advento da presença. Segue-se necessariamente uma dupla consideração: o logos se imporá como Grund, isto é, como aquilo que funda a expressão de cada momento na forma manifesta que tomou. Além disso, como o ser do qual ele é o não, na ausência que ele atesta, ele se refere a deuses e homens. | (...) Só existe uma história do logos. Como o logos marca não apenas a unidade do ser e do ente, mas também sua diferenciação, ele abre o registro da temporalidade. Ele expressa essa temporalidade de duas maneiras: no que diz e no que não diz. No que diz, ela se encarna nas obras dos homens. No que não diz, refere-se ao advento da presença. Segue-se necessariamente uma dupla consideração: o logos se imporá como Grund, isto é, como aquilo que funda a expressão de cada momento na forma manifesta que tomou. Além disso, como o ser do qual ele é o não, na ausência que ele atesta, ele se refere a deuses e homens. |
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