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estudos:kisiel:kisiel-1995445-449-esquema-horizontal

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-===== KISIEL (1995:445-449) – ESQUEMA HORIZONTAL =====+===== ESQUEMA HORIZONTAL (1995:445-449) =====
 (...) o último novo desenvolvimento conceitual no livro BT existente, a ponta conceitual que se torna o ponto de atrito em SS 1927 (GA24) e, portanto, bloqueia pelo menos um dos caminhos para a conclusão do projeto de SZ. A estranheza desse novo conceito é que ele aparece apenas no §69c (ET69) de SZ, e em nenhum outro lugar do livro. Apesar de sua conexão óbvia com o impulso central da seção culminante (§65 (ET65)) de SZ, a saber, a temporalização da temporalidade, ele aparece quase como uma reflexão tardia em um canto obscuro de SZ. Nem sequer é mencionado na última enxurrada de perguntas do livro, onde facilmente poderia e até deveria ter sido mencionado. Pois acabará sendo invocado para responder exatamente àquelas perguntas que vão do tempo ao Ser: “A projeção extática do ser deve ser possibilitada por um modo primordial no qual a temporalidade extática se temporaliza. Como esse modo de (446) temporalização da temporalidade deve ser interpretado? Existe um caminho que leva do Tempo primordial ao sentido do Ser? O próprio Tempo se manifesta como o Horizonte do Ser?” (SZ 437). (...) o último novo desenvolvimento conceitual no livro BT existente, a ponta conceitual que se torna o ponto de atrito em SS 1927 (GA24) e, portanto, bloqueia pelo menos um dos caminhos para a conclusão do projeto de SZ. A estranheza desse novo conceito é que ele aparece apenas no §69c (ET69) de SZ, e em nenhum outro lugar do livro. Apesar de sua conexão óbvia com o impulso central da seção culminante (§65 (ET65)) de SZ, a saber, a temporalização da temporalidade, ele aparece quase como uma reflexão tardia em um canto obscuro de SZ. Nem sequer é mencionado na última enxurrada de perguntas do livro, onde facilmente poderia e até deveria ter sido mencionado. Pois acabará sendo invocado para responder exatamente àquelas perguntas que vão do tempo ao Ser: “A projeção extática do ser deve ser possibilitada por um modo primordial no qual a temporalidade extática se temporaliza. Como esse modo de (446) temporalização da temporalidade deve ser interpretado? Existe um caminho que leva do Tempo primordial ao sentido do Ser? O próprio Tempo se manifesta como o Horizonte do Ser?” (SZ 437).
  
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