estudos:henry:rosa-henry-o-ethos-da-etica
Differences
This shows you the differences between two versions of the page.
| Next revision | Previous revision | ||
| estudos:henry:rosa-henry-o-ethos-da-etica [16/01/2026 14:40] – created - external edit 127.0.0.1 | estudos:henry:rosa-henry-o-ethos-da-etica [09/02/2026 20:16] (current) – external edit 127.0.0.1 | ||
|---|---|---|---|
| Line 1: | Line 1: | ||
| + | ====== Rosa – Henry: o êthos da Ética ====== | ||
| + | |||
| + | //Data: 2021-09-14 09:47// | ||
| + | |||
| + | ==== Ο ‘êthos’ da Ética na Fenomenologia radical de Michel Henry ==== | ||
| + | |||
| + | === Humano e Inumano. A dignidade do Homem e os Novos Desafios === | ||
| + | |||
| + | //ROSA, José M. Silva. Ο ‘êthos’ da Ética na Fenomenologia radical de Michel Henry, in Alves M.S.P., Santos J. M., Sá A.F. de (Orgs.), Humano e Inumano. A dignidade do Homem e os Novos Desafios. Actas do II Congresso Internacional da Associação Portuguesa de Filosofia Fenomenológica, | ||
| + | |||
| + | Digamo-lo de vez numa afirmação: | ||
| + | |||
| + | E para que a destempo não se pense que M. Henry envereda por qualquer vitalismo romântico ou irracional - orientação que, justamente, critica na vontade em Schopenhauer e no ludus vitae de Nietzsche: apesar da importância que deram à vida, erraram absolutamente ao afirmarem-na impulso cego, absurdo e sem sentido, i.e., desconheceram radicalmente a natureza da Vida e o seu pathos originário -, apresentemos um exemplo do próprio autor, para que, a partir destes poderes primordiais da carne, cheguemos à auto-revelação da Vida. | ||
| + | |||
| + | Propõe M. Henry: | ||
| + | |||
| + | “Pensemos num estudante de Biologia que está para ler uma obra sobre o código genético. A leitura da obra é a repetição, | ||
| + | |||
| + | Encontramos neste exemplo de M. Henry, três tipos de saberes: os científicos e objectivos; os da consciência e os saberes imediatos da Vida. Estes últimos, de costume, permanecem saberes e poderes esquecidos, despercebidos, | ||
| + | |||
| + | É, pois, na auto-revelação da Vida absoluta, como doação passiva para si mesma, que também cada Soi-même é dado e vem a ser, não apenas como eu transcendental, | ||
| + | |||
| + | {{tag> | ||
