estudos:harada:2009a-26-28-inter-esse
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| + | ====== Inter-esse ====== | ||
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| + | ==== INICIAÇÃO À FILOSOFIA [2009a] ==== | ||
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| + | === Do Mito e da Arte === | ||
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| + | //Interesse se lê inter-esse. Inter se pode interpretar ora como entre, mas também como dentro. O dentro, porém, do inter não é dentro de uma coisa-bloco, | ||
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| + | O que acima denominamos de interesse, se o olharmos bem, não é nem subjetivo nem objetivo. Pois, os adjetivos ‘subjetivo e objetivo’ se referem ao sujeito homem (subjetivo) e a coisa-objeto (objetivo) como ente-bloco, algo, como um quê em si. Pois, o interesse, considerado na Arte, i. é, no conjunto artista-ato criativo-obra de arte é o que acima denominamos de essência. | ||
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| + | Interesse se lê inter-esse. Inter se pode interpretar ora como entre, mas também como dentro. O dentro, porém, do inter não é dentro de uma coisa-bloco, | ||
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| + | Aqui a tonância impregna toda a sinfonia a se “estruturar” em e como mil e mil diferentes composições e constelações de composições, | ||
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| + | Para perceber como o inter-esse é o que possibilita, | ||
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| + | Mas, então, para onde se recolhe o vigor da sua concentração? | ||
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| + | Essa vigência se chama essência. Portanto, observemos “onde” se “localiza” o que acima denominamos essência, o inter-médio in-pregnante, | ||
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