estudos:guest:gregos
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| + | ====== A Grécia / Os Gregos ====== | ||
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| + | LDMH | ||
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| + | * Paradoxo do primeiro contato físico tardio de Heidegger com a Grécia. | ||
| + | * Heidegger, pensador constantemente à escuta do pensamento grego lido no original, só realizou sua primeira viagem à Grécia em 1962, aos 73 anos. | ||
| + | * Segunda viagem em 1967, quando proferiu em Atenas a conferência //A Proveniência da arte e a determinação da tonalidade do pensamento// | ||
| + | * A visita tardia só pode ocorrer à luz de uma longa meditação sobre a proveniência grega de toda a história da metafísica ocidental e sob a égide do pensamento poético de Hölderlin. | ||
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| + | * Contraste entre a modernidade técnica e a origem grega. | ||
| + | * Contraste poderoso entre a // | ||
| + | * Foi nesse contraste (especialmente em Delos) que a Grécia ofereceu a Heidegger a revelação sensível de sua luz e de suas paisagens. | ||
| + | * O sentido da viagem ressoa com todo o sentido do caminho do pensamento e daquilo que ele busca desde as primeiras leituras de Aristóteles. | ||
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| + | * A relação entre a fuga dos deuses e o mundo moderno. | ||
| + | * Reflexão de Heidegger sobre os //deuses da Grécia//: se voltarem, não farão sua entrada sem metamorfose em um mundo totalmente transformado. | ||
| + | * A violência do mundo moderno mantém uma relação enigmática com a fuga dos deuses que ocorreu então; por isso, precisamos remontar na memória até pensar a ausência dos deuses fugidos. | ||
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| + | * A necessidade de um //retorno aos gregos// como movimento para o futuro. | ||
| + | * Investigar a // | ||
| + | * A indicação de direção supera a lenda de que Heidegger propõe apenas um tranquilo //retorno aos grecos//. | ||
| + | * A necessidade desse retorno não tem o caráter // | ||
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| + | * A tarefa de pensar //de modo ainda mais grego o que foi pensado de modo grego//. | ||
| + | * Se a // | ||
| + | * Ele segue, a partir daí, todo o curso da história da metafísica, | ||
| + | * Pergunta: se o //primeiro começo grego// conduziu a filosofia a sua própria // | ||
| + | * Resposta enigmática de Heidegger: //A tarefa que hoje incumbe ao nosso pensamento é de pensar o que foi pensado de maneira grega, mas de uma maneira ainda mais grega [das griechisch Gedachte noch griechischer zu denken]//. | ||
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| + | * A experiência grega dos fenômenos e da // | ||
| + | * O que importa compreender é o que //os Gregos// – enquanto tais – tiveram pela primeira vez que pensar, e pensar //de maneira grega// – e que, talvez, justamente, não tenham pensado de maneira suficientemente //grega//. | ||
| + | * O que lhes foi //dado a pensar//, numa experiência tão // | ||
| + | * A maneira //grega// de experimentá-los foi fazê-lo como prova do próprio afluxo da // | ||
| + | * Remontar pelo pensamento até o que deve ter sido a // | ||
| + | * O mérito dos gregos foi terem sido // | ||
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| + | * O surgimento da questão do Ser e o // | ||
| + | * Na origem da // | ||
| + | * Esse relâmpago, no céu sereno do clima grego do pensamento, seria a // | ||
| + | * A relação do homem grego – ou // | ||
| + | * Os gregos foram essencialmente // | ||
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| + | * O paradoxo e a grandeza do pensamento grego: a // | ||
| + | * Mesmo que os //Gregos se deixem de tal modo engajar à aletheia que nela estão ordinariamente ocupados//, movendo-se nela sem mesmo pensar nisso como em seu elemento próprio, os // | ||
| + | * Fizeram-no, paradoxalmente, | ||
| + | * O fundo de // | ||
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| + | * O deslocamento catastrófico no coração do pensamento grego. | ||
| + | * O irresistível // | ||
| + | * Tal é o // | ||
| + | * Heidegger pensa esse // | ||
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| + | * A filosofia na sua //fin// e a tarefa futura do pensamento. | ||
| + | * Na conferência //Hegel e os Gregos//, Heidegger associa //os Gregos// ao //começo da filosofia// e //Hegel// ao // | ||
| + | * Em nosso tempo, onde a // | ||
| + | * Esse declínio, porém, não significa simplesmente a //fim do pensamento//, | ||
| + | * A pensamento //matinal// e //inicial// dos gregos aparece agora, sob a luz do // | ||
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| + | * Conclusão: o //respeito pelos Gregos// como //por-vir do pensamento// | ||
| + | * Se a última forma do pensar é, à sua maneira //ainda grega//, revela-se que, em outro sentido, ela //nunca mais será grega// – ao mesmo tempo que //nunca mais grega//. | ||
| + | * //Grega// e mesmo // | ||
| + | * Mas se a civilização mundial pode ainda abrir o //tempo e lugar//, precário, de algum //novo começo// para a //tarefa do pensamento//, | ||
| + | * Se o //futuro da filosofia// não pode ele mesmo nunca mais ser //grego// de outra forma, o //respeito pelos Gregos// – e só ele – é o //por-vir do pensamento// | ||
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