estudos:fogel:gilvan-fogel-2011-vida-em-nietzsche
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| - | ===== GILVAN FOGEL (2011: | + | ===== vida EM NIETZSCHE |
| Vida, desde O nascimento da tragédia, sempre ocupou o centro do pensamento de Nietzsche. Vida, que em princípio não se refere a nenhum fenômeno da ordem do biológico, fala do que o grego, sob a designação de psyché, de modo amplo e geral, caracterizou como movimento que, desde si mesmo, move a si mesmo. Assim também se assinala começo (arché), que não começa e não pode começar. Esta visão ou experiência caracteriza igualmente círculo, isto é, inserção. Inserção como estrutura de começo, de arché, de vida. Portanto, nada fora — além ou aquém. Princípio de si mesmo; princípio que não principia, começo que não começa. Então, irrupção súbita, gratuita, e isso, de novo, perfaz círculo, circularidade ou inserção. | Vida, desde O nascimento da tragédia, sempre ocupou o centro do pensamento de Nietzsche. Vida, que em princípio não se refere a nenhum fenômeno da ordem do biológico, fala do que o grego, sob a designação de psyché, de modo amplo e geral, caracterizou como movimento que, desde si mesmo, move a si mesmo. Assim também se assinala começo (arché), que não começa e não pode começar. Esta visão ou experiência caracteriza igualmente círculo, isto é, inserção. Inserção como estrutura de começo, de arché, de vida. Portanto, nada fora — além ou aquém. Princípio de si mesmo; princípio que não principia, começo que não começa. Então, irrupção súbita, gratuita, e isso, de novo, perfaz círculo, circularidade ou inserção. | ||
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