estudos:ernildo-stein:sz:essencia-da-tecnica-110-111
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| + | ====== Essência da técnica ====== | ||
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| + | ==== Diferença e Metafísica ==== | ||
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| + | === O Incontornável Como o Inacessível === | ||
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| + | //A técnica como a figura fundamental do ser, isto é a técnica como o encobrimento do ser pelo modo como a técnica manifesta a vontade de vontade diante do mundo, das coisas e do homem.// | ||
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| + | Quando Heidegger afirma na carta “a essência da ciência moderna se fundamenta na essência da técnica”, | ||
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| + | A técnica como a figura fundamental do ser, isto é a técnica como o encobrimento do ser pelo modo como a técnica manifesta a vontade de vontade diante do mundo, das coisas e do homem. Heidegger permanece fiel a seu estilo de ver o positivo, o anúncio, o destino do ser, no encobrimento que é trazido pela técnica. | ||
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| + | Assim como a presença na modernidade é o subtectum enquanto consciência, | ||
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| + | Assim, a figura na qual impera o ser na era da técnica é o dispositivo (Ge-stell). Por isso Heidegger diz: “O dispositivo é a essência da técnica.” (...) “A essência da técnica é o dispositivo” (1994, p. 40). | ||
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| + | É por isso que Heidegger torna a carta para H. Zeltner um documento do que já pensara nas suas obras de 1930 a 1945 e resumindo essas ideias em novos textos e conferências contemporâneas a ela. | ||
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| + | As conferências de Bremen resumem a modernidade com sua ciência: A coisa não é mais pensada em seu acontecer. O dispositivo é o que converte sempre em objeto a coisa. Esse é O perigo como tal. É nele que é possível A vira-volta. | ||
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| + | Assim sendo, a essência da ciência reside na essência da técnica, a essência da técnica reside na essência do dispositivo, | ||
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| + | [111] “Quando o perigo é, enquanto o perigo, com a viravolta do esquecimento, | ||
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| + | Quando a técnica, e por isso a ciência, converteu a coisa em objeto e assim em dispositivo, | ||
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| + | Heidegger diz na carta a H. Zeltner: “Existem sinais de que estamos, ainda vagarosamente, | ||
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