estudos:ernildo-stein:ernildo-stein-2015133-134-polis
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| - | ===== ERNILDO STEIN (2015: | + | ===== polis (2015: |
| Já exploramos a ambivalência e polaridade que Heidegger introduz para a definição do ser humano a partir do familiar e do estranho. Vimos que é propriedade única do ser humano estar posto no ente e ao mesmo tempo esquecer o ser. Disso resulta, como esclarece o filósofo, o caráter catastrófico do ser humano. Essas afirmações são a preparação para suas análises da polis a partir do lugar. O homem pode estar além do lugar e perder o lugar. Assim, ele pode situar-se acima do político e fora do político. Procura então o filósofo realizar um jogo entre polis e político, concluindo que a polis não se pode definir politicamente. Então, o autor termina afirmando: “Talvez seja a polis o lugar e o âmbito em torno do qual tudo o que é problemático e estranho se move num sentido particular” (Heidegger, 1984). | Já exploramos a ambivalência e polaridade que Heidegger introduz para a definição do ser humano a partir do familiar e do estranho. Vimos que é propriedade única do ser humano estar posto no ente e ao mesmo tempo esquecer o ser. Disso resulta, como esclarece o filósofo, o caráter catastrófico do ser humano. Essas afirmações são a preparação para suas análises da polis a partir do lugar. O homem pode estar além do lugar e perder o lugar. Assim, ele pode situar-se acima do político e fora do político. Procura então o filósofo realizar um jogo entre polis e político, concluindo que a polis não se pode definir politicamente. Então, o autor termina afirmando: “Talvez seja a polis o lugar e o âmbito em torno do qual tudo o que é problemático e estranho se move num sentido particular” (Heidegger, 1984). | ||
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