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| | ===== A MORTE E OS EXISTENCIAIS (2014:8) ===== |
| | (...) relações entre o fenômeno da morte e os existenciais fundamentais do Dasein, em particular a compreensão, o afeto e a fala. Veremos que essa tríade existencial — Verstehen, Befindlichkeit e Rede — desempenhará um papel decisivo na apropriação do ser para a morte. Pois, como já indicamos, o Dasein só pode projetar a possibilidade de sua morte no registro existencial da compreensão; da mesma forma, é apenas no registro afetivo, e particularmente na angústia, que o Dasein se torna capaz de enfrentar o fato de que é um ser-jogado nessa possibilidade de morte. Assim, tornaremos explícita a dupla modalização do ser para a morte (seja na direção da autenticidade ou na direção da inautenticidade). Será uma questão de entender que as próprias estruturas existenciais modalizam e modalizam sincronicamente o ser do Dasein como um todo, como existência autêntica ou inautêntica. |
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| | (CIOCAN, Cristian. Heidegger et le problème de la mort: existentialité, authenticité, temporalité. Dordrecht: Springer, 2014) |
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