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| + | ====== Heidegger ====== | ||
| + | //CARON, Maxence. Heidegger. Pensée de l’être et origine de la subjectivité. Paris: CERF, 2005.// | ||
| + | **Prefácio** | ||
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| + | **Introdução geral — O eu e o si-mesmo** | ||
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| + | * 1. O problema da subjetividade | ||
| + | * a. Das contradições da subjetividade à sua cristalização em uma afirmação de Delacroix: necessidade de escutar as implicações dessa afirmação | ||
| + | * b. Primeira escuta: a distinção entre o si-mesmo e o eu | ||
| + | * c. Segunda escuta: sair de si para alcançar o si-mesmo em sua essência | ||
| + | * 2. Mallarmé ou a intuição de um caminho | ||
| + | * a. As revelações do confronto com a noite: o si-mesmo como simultaneidade de um movimento de aspiração protensional e de concentração retensional | ||
| + | * b. A tentação de fugir de si nas claridades produzidas e de reduzir-se ao ente | ||
| + | * c. A retomada do si-mesmo naquilo que lhe é próprio: a terra do enigma | ||
| + | * 3. Termos fundamentais da problemática heideggeriana: | ||
| + | * a. O idem e o ipse | ||
| + | * b. A questão da possibilidade de uma estrutura: identidade e abertura | ||
| + | * c. Resultado: percurso do presente trabalho | ||
| + | |||
| + | **Primeira seção — Do eu ao si-mesmo: desconstrução da subjetividade e liberação do ser-temporal da ipseidade** | ||
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| + | **Capítulo I — A fenomenologia e a questão do começo radical: do ego transcendental ao si-mesmo como pré-compreensão do ser** | ||
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| + | * 1. A relação de Heidegger com Husserl: um difícil contraponto sobre a base de um tema, contudo, comum — a essência da subjetividade | ||
| + | * 2. Heidegger diante do ego transcendental da fenomenologia husserliana | ||
| + | * a. A regência do si-mesmo pelo ser, contra a instauração da subjetividade transcendental | ||
| + | * b. O ego: um fundamento deixado impensado; dificuldades da tentativa husserliana | ||
| + | * 3. A crítica heideggeriana da estrutura do ego transcendental | ||
| + | * a. Entregar-se ao dado: a liberação da pré-compreensão do ser | ||
| + | * b. O ego conduzido à sua própria ruptura: ek-stase e com-portamento | ||
| + | * 4. A insatisfação de um fenomenólogo às voltas com a fenomenologia: | ||
| + | * a. Limitação do visível e extensão do olhar: a necessidade de um passo no opaco | ||
| + | * b. Husserl e a tradição do visível | ||
| + | * c. Variações sobre o olhar: o si-mesmo e a Hinsicht | ||
| + | * d. O olhar fenomenológico reconduzido à sua fonte: o inaparente e a origem do si-mesmo | ||
| + | * 5. Conclusão e encaminhamento: | ||
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| + | **Capítulo II — Desconstrução historial da concepção ôntica da ipseidade** | ||
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| + | * 1. Premissas de uma metafísica da subjetividade | ||
| + | * a. A resistência inicial do si-mesmo ao seu fundamento «letal» | ||
| + | * b. A decisão platônica: a instalação do pensamento do si-mesmo na visibilidade do não-retraimento | ||
| + | * 2. A metafísica da subjetidade: | ||
| + | * a. A confirmação aristotélica da decisão platônica: o desaparecimento de toda referência à relação do si-mesmo com o retraimento e a organização conceitual de uma existência no não-retraimento | ||
| + | * b. O si-mesmo e a crescente disponibilização de sua ousia: o objetivo de uma fluidez principial para a morada da ipseidade | ||
| + | * c. A herança recolhida após a virada platônico-aristotélica: | ||
| + | * 3. A metafísica da subjetividade: | ||
| + | * a. O deslizamento cartesiano em direção ao subjectum: a aplicação da subjetidade ao ego e a neutralização da amplitude problemática da questão do si-mesmo | ||
| + | * b. Efetuação de uma demiurgia programada: tecnicização e disposição do mundo na subjetividade | ||
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| + | **Capítulo III — Encaminhamento em direção ao si-mesmo próprio** | ||
| + | |||
| + | * 1. O si-mesmo perdido em seu ídolo: vontade de vontade, Vontade de potência | ||
| + | * a. A posição dogmática do niilismo como condição de afirmação de um domínio total da subjetividade sobre o ente | ||
| + | * b. O si-mesmo em sentido contrário à sua essência e os horizontes apagados | ||
| + | * 2. Ipseidade e animalidade | ||
| + | * a. A modernidade e seu senso comum: a confusão entre a animalidade e a essência do homem | ||
| + | * b. Identidade animal e estrutura fundamental do ser-homem: a abertura de um campo de pensamento para a manifestação de um novo tipo de identidade | ||
| + | * c. A esfera do si-mesmo próprio e seus «contornos» de imensidão: o acesso à manifestidade do ente | ||
| + | * 3. Do sujeito transcendental à ipseidade: a leitura heideggeriana de Kant | ||
| + | * a. As possibilidades abertas pelas profundas ambiguidades próprias da subjetividade kantiana | ||
| + | * b. As grandezas paradoxais da finitude: a cessação do divórcio entre temporalidade e ipseidade e a abertura ao impacto do mundo | ||
| + | * 4. Conclusão e encaminhamento: | ||
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| + | **Capítulo IV — Dasein e ipseidade** | ||
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| + | * 1. Ex-sistência e significação ontológico-estrutural da condição de ser-meu | ||
| + | * 2. O si-mesmo em sua existencialidade | ||
| + | * a. Abertura, ser-no-mundo, | ||
| + | * b. A espacialidade do Dasein e seu ser-aberto | ||
| + | * c. Angústia e esquiva do abismo | ||
| + | * d. O Mit-Dasein e a superação da Verfallenheit | ||
| + | * e. O sentido da Verfallenheit | ||
| + | * f. Angústia e assunção do abismo | ||
| + | * 3. A possibilidade de uma totalidade estrutural da abertura: o ser-para-a-morte | ||
| + | * a. O ser-para-a-morte como sinal da destinação do ser | ||
| + | * b. Manter a abertura: Erschlossenheit e Entschlossenheit | ||
| + | * c. O chamado do Gewissen: a vibração do ser | ||
| + | * 4. «Toda a alma condensada»: | ||
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| + | **Segunda seção — O ser e o si-mesmo: a ipseidade no Ereignis** | ||
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| + | **Introdução — Sentido metodológico e sentido ontológico da «Virada» (Kehre): a estrutura do si-mesmo como matriz da Kehre** | ||
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| + | **Capítulo I — O si-mesmo e o teor da aletheia** | ||
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| + | * 1. Transcendência e nadificação: | ||
| + | * a. O si-mesmo diante de seu fundamento: transcendência constituída e transcendência transcendental | ||
| + | * b. Uma ipseidade aberta pela elasticidade do abismo: diferença ontológica e instantaneidade na Nichtung | ||
| + | * c. A proximidade estrutural do si-mesmo à transcendência do não ente | ||
| + | * 2. A verdade do si-mesmo: a liberdade e o Seinlassen | ||
| + | * a. Sujeito, objeto e concordância: | ||
| + | * b. A manifestidade como fonte da estrutura predicativa e intencional do pensamento | ||
| + | * c. Liberdade do homem e liberdade do ser: o Seinlassen originário | ||
| + | * 3. O si-mesmo na aletheia: a luz do ser e sua noite | ||
| + | * a. A estrutura do si-mesmo envolvida no jogo do retraimento: | ||
| + | * b. Os três níveis da vida da Lichtung e a comunhão impensada do si-mesmo com a obscuridade originária da fonte iluminante | ||
| + | * c. A reserva do ser e a luz preservadora | ||
| + | * d. Circularidade de abismo: o desdobramento do si-mesmo e o sentido de bondade do Seinlassen; a retenção do ser como liberação do espaço para um chamado | ||
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| + | **Capítulo II — A relação entre o ser e o homem: pensamento, poema e palavra** | ||
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| + | * 1. O logos: o pensamento como posição recolhedora e memória antepredicativa do ser | ||
| + | * 2. O noein e a essência do pensamento | ||
| + | * a. Do pertencimento à escuta do pertencimento: | ||
| + | * b. A participação qualitativa da estrutura do si-mesmo na «textura» própria do ser: a carne pensante e a essência ubíqua do pensamento | ||
| + | * c. O sentido último da espacialidade do pensamento e sua abertura àquilo que o envia a si mesmo: a caminho da Palavra | ||
| + | * 3. A Palavra do ser e aquele que lhe corresponde | ||
| + | * 4. O si-mesmo poemático e a obra de arte | ||
| + | * a. A estrutura poemática da ipseidade e o acompanhamento da Palavra do ser | ||
| + | * b. À escuta da verdade da obra de arte: a assunção, pelo si-mesmo, de sua estrutura poemática | ||
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| + | **Capítulo III — A estrutura do si-mesmo: o Ereignis** | ||
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| + | * 1. Da Selbstheit (ipseidade) à Selbigkeit (mesmidade): | ||
| + | * a. A mesmidade: diferença e dobra | ||
| + | * b. O isolamento ontológico e a relação do ser-homem com o sagrado: o desdobramento do Ereignis | ||
| + | * 2. A realidade humana no Ereignis: o si-mesmo e o dom | ||
| + | * a. O olhar do ser e a identidade | ||
| + | * b. O tempo, o ser e sua presença comum: a liberação do ser-temporal e a revelação do Ereignis como face da pura doação | ||
| + | * c. O si-mesmo no coração do dom do Ereignis | ||
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| + | **Conclusão — Do ser e do ser-homem** | ||
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