estudos:caron:peos:si-mesmo-ereignis-amor
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| + | ====== si mesmo, Ereignis, Amor (2005: | ||
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| + | O si mesmo é, de fato, o local de uma luta, o distrito da manifestação de uma vacuidade; mas essa vacuidade, ele o é, e sua própria viabilidade nos descobre sua vocação. Para o pensamento, a luta se torna o próprio ser-aí da paz. Seu ser é guardar o mistério da dádiva. Por meio do surgimento dessa lacuna, o ser se manifesta como ser e se entrega ao pensamento. Dessa forma, o abismo é a manifestação do ser, e o si é um elemento necessário em qualquer aparição como tal. O que o si experimenta primeiro como aflição é o partilhamento inerente à Palavra. A aflição suportada com atenção transforma o buraco aberto da diferença ontológica que constitui o si em um pensamento da Dobra e, depois, do [[lx> | ||
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| + | O si entende sua estrutura como a aparência inicialmente dolorosa de uma dádiva imensurável. Assim, ele se encontra, quer saiba disso ou não, em Ereignis, e presta, quer queira ou não, isto é, por sua própria presença, o presente a si mesmo. Ele procede de [[lx> | ||
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| + | //CARON, M. H. Pensée de l’être et origine de la subjectivité. Paris: CERF, 2005.// | ||
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