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estudos:braver:braver-201426-sein-bei-ser-junto-a-being-amid

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estudos:braver:braver-201426-sein-bei-ser-junto-a-being-amid [16/01/2026 14:40] – created - external edit 127.0.0.1estudos:braver:braver-201426-sein-bei-ser-junto-a-being-amid [19/01/2026 04:42] (current) mccastro
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-===== Braver (2014:26) – (/termos/s/sein-bei-2) SER JUNTO A BEING-AMID =====+===== Braver (2014:26) – Sein-bei / ser junto a being-amid =====
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 Heidegger examina a estrutura profunda do ser-em existencial através de uma estrutura um pouco mais superficial que está mais próxima da nossa vida quotidiana, o Sein-bei. Como se pode imaginar, Ser e tempo é um livro tremendamente difícil de traduzir. Heidegger está constantemente a inventar palavras ou a usá-las de formas estranhas e a jogar com todo o tipo de associações de palavras que não passam para o inglês e, de um modo geral, Macquarrie e Robinson fazem um trabalho notável. Mas traduzir Sein-bei como "estar ao lado" é simplesmente estúpido. Sugere exatamente aquilo de que Heidegger está explicitamente a tentar distinguir, "o estar lado a lado de um ente chamado 'Dasein' com outro ente chamado 'mundo'" (SZ:55). O objetivo da análise do ser-em é que não estamos ao lado do mundo; estamos nele, no meio das coisas e das pessoas. Por isso, onde quer que o livro diga "estar ao lado", diremos antes "estar no meio", o que me parece estar muito mais próximo do que Heidegger tem em mente. Heidegger examina a estrutura profunda do ser-em existencial através de uma estrutura um pouco mais superficial que está mais próxima da nossa vida quotidiana, o Sein-bei. Como se pode imaginar, Ser e tempo é um livro tremendamente difícil de traduzir. Heidegger está constantemente a inventar palavras ou a usá-las de formas estranhas e a jogar com todo o tipo de associações de palavras que não passam para o inglês e, de um modo geral, Macquarrie e Robinson fazem um trabalho notável. Mas traduzir Sein-bei como "estar ao lado" é simplesmente estúpido. Sugere exatamente aquilo de que Heidegger está explicitamente a tentar distinguir, "o estar lado a lado de um ente chamado 'Dasein' com outro ente chamado 'mundo'" (SZ:55). O objetivo da análise do ser-em é que não estamos ao lado do mundo; estamos nele, no meio das coisas e das pessoas. Por isso, onde quer que o livro diga "estar ao lado", diremos antes "estar no meio", o que me parece estar muito mais próximo do que Heidegger tem em mente.
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