estudos:brague:brague-1988196-197-dasein
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| + | ===== Dasein (1988: | ||
| + | (...) o passo que nos permite concluir da perpetuidade da atividade humana para a existência de uma atividade própria do homem não teria sido possível se o filósofo (Aristóteles) não tivesse em mente essa “atividade” que nunca deixamos de exercer, e que é a vida como presença no mundo. É o que “fazemos aqui” — ser-no-mundo — que constitui a unidade de todas as atividades e que nos permite dar o passo em direção à ideia da própria atividade do homem. | ||
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| + | Esse ser-no-mundo permanece não sistematizado. Portanto, ele terá de ser substituído por uma das atividades do homem, aquela que constituirá seu privilégio exclusivo e que, além disso, pode ser considerada como, de alguma forma, resumindo aquelas que lhe são subordinadas (cf. Alma, II, 3, 414 b 29-32). Agora, podemos ver que, quando Aristóteles fala da “atividade do homem”, são os dois termos da (197) expressão que merecem ser questionados, | ||
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| + | (BRAGUE, Rémi. Aristote et la question du monde. Essai sur le contexte cosmologique et anthropologique de l’ontologie. Paris: PUF, 1988) | ||
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