estudos:biemel:biemel-1987169-172-comportamento-verhalten
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| + | ===== COMPORTAMENTO (1987: | ||
| + | Até agora, insistimos apenas em dois momentos que constituem a transcendência, | ||
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| + | O projeto de mundo não é comportamento, | ||
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| + | Na transcendência e por meio dela, o Dasein se temporaliza superando a si mesmo por meio do projeto do mundo, ao mesmo tempo em que já está disposto (afetivamente) pelos entes aos quais se volta ao se comportar desta ou daquela maneira em relação a eles. No início de nosso estudo, chamamos este comportamento do Dasein de preocupação (Besorgen). A preocupação do Dasein não se refere ao ente como um termo isolado, mas sempre o compreende na conexão que o liga a outros entes, aos quais se refere e com os quais forma uma unidade de referência (unidade de destinação). E o Dasein só pode encontrar tal unidade de referência se possuir uma pré-compreensão das relações que a constituem. | ||
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| + | A unidade de destinação sempre se baseia em um para-quê final que justifica cada um dos “para-quê” particulares e indica a relação da unidade de destinação com o Dasein. (O para-quê final é sempre um em-vista-de-si) O para-quê final é projetado no projeto do mundo. É por meio desse projeto que o Dasein se temporaliza, | ||
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| + | Para voltar a si mesmo, o Dasein, lançado em meio aos entes, deve ser colocado por eles em uma certa disposição afetiva (acordo) e, assim, experimentar a si mesmo como já sendo. Aqui encontramos a estrutura do passado. | ||
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| + | “Existindo em vista de si mesmo, no estado de autoabandono em que a situação de ser-lançado o estabelece, o Dasein, como ser-para-além... está, ao mesmo tempo, presentificando. O esquema do horizonte do presente é determinado pelo para quê (SZ: | ||
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| + | Logo no início deste estudo, mostramos o papel das referências para-quê e para-isso, bem como a referência fundamental que chamamos de para-quê-final, | ||
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| + | “O mundo não é (um ente) simplesmente dado (Vorhandenheit), | ||
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| + | As modalidades do comportamento do Dasein em relação ao ente, seja na preocupação cotidiana ou na descoberta científica do ente, sempre pressupõem o mundo; são modalidades do ser-no-mundo. | ||
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| + | Podemos chamar o Dasein extático-transcendental de “sujeito”; | ||
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