estudos:biemel:biemel-1987132-133-futuro-proprio-e-improprio
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| + | ===== FUTURO PRÓPRIO E IMPRÓPRIO (1987: | ||
| + | (...) cada um dos existenciais pode ser realizado de forma autêntica ou não autêntica. Se há de fato uma relação entre os existenciais e os êxtases temporais, então cada um desses êxtases também deve ter uma forma autêntica e uma inautêntica. As formas autênticas devem, portanto, ser contrastadas com as formas inautênticas dos êxtases temporais. | ||
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| + | O futuro autêntico é a antecipação da possibilidade extrema do Dasein: nessa antecipação, | ||
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| + | O futuro autêntico, que é uma antecipação das possibilidades únicas do Dasein, é contrastado com o futuro inautêntico no qual o Dasein compreende seu ser com base nos objetos de sua ocupação. O que o Dasein é “atraído” — porque aqui também há uma certa antecipação — são os assuntos cotidianos e seu possível sucesso. O Dasein tende para... o objeto de suas ocupações. Heidegger chama essa tendência de Gewärtigen, | ||
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| + | Portanto, mesmo no futuro inautêntico, | ||
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| + | Entretanto, o futuro (seja ele autêntico ou inautêntico) não pode existir sem os outros êxtases: os do passado e do presente; também podemos destacar o contraste entre suas formas autênticas e inautênticas. | ||
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| + | (BIEMEL, Walter. Le concept de monde chez Heidegger. Paris: Vrin, 1987) | ||
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