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Ética
SCHELER, Max. Formalism in ethics and non-formal ethics of values: a new attempt toward the foundation of an ethical personalism. 5th rev. ed. ed. Evanston: Northwestern University Press, 1973.
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Prefácio
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Prefácio à primeira edição
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Prefácio à segunda edição
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Prefácio à terceira edição
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Parte I
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Observações introdutórias
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1. Ética material dos valores e ética dos bens e dos fins
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1. Bens e valores
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2. A relação dos valores «bom» e «mau» com os outros valores e bens
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3. Fins e valores
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Tendência, valores e metas
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Fins do querer, metas da tendência e valores
2. Formalismo e apriorismo-
A. O a priori e o formal em geral
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B. O a priori material na ética
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1. Interconexões essenciais formais
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2. Valores e portadores de valores
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3. Valores «superiores» e «inferiores»
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4. As relações a priori entre a altura dos valores e os portadores «puros» de valores
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a. Valores da pessoa e valores das coisas [Sachwerte]
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b. Valores próprios [Eigenwerte] e valores do outro [Fremdwerte]
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c. Valores dos atos, valores das funções e valores das reações
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d. Valores da disposição moral fundamental [Gesinnungswerte], valores das ações e valores do sucesso
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e. Valores da intenção e valores dos estados afetivos
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f. Valores dos termos das relações, valores das formas das relações e valores das relações
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g. Valores individuais e valores coletivos
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h. Valores próprios e valores consecutivos
5. Relações a priori de hierarquia entre as modalidades de valor3. Ética material e ética do sucessoParte II-
4. Ética dos valores e ética dos imperativos
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1. Teorias insatisfatórias sobre a origem do conceito de valor e a essência dos fatos morais
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2. Valor e dever-ser
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a. Valor e dever-ser ideal
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b. O dever-ser normativo
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c. Poder e dever-ser
5. Ética material dos valores e eudemonismo-
1. Valor e prazer
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2. Sentimento e estados afetivos
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3. O significado da tese da «relatividade» e «subjetividade» dos valores
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4. A relatividade dos valores ao homem
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5. A relatividade dos valores à vida
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6. A relatividade histórica das estimativas éticas de valor e suas dimensões
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ad 1. Variações no ethos
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ad 2. Variações na ética
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ad 3. Variações no tipo
7. A chamada subjetividade da consciência dos valores morais8. A estratificação da vida emocional-
O problema do eudemonismo
9. As interconexões entre estados afetivos e valores morais-
a. A lei da tendência para substitutos quando uma determinação emocional «mais profunda» do Eu é negativa
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b. Todas as direções volitivas voltadas para a realização de valores positivos e comparativamente superiores surgem originalmente de estados afetivos positivos como suas fontes
10. A ideia de sanção e retribuição em relação à conexão entre felicidade e valores morais-
A fundamentação da felicidade em valores positivos e a fundamentação do esforço e do querer positivos e valiosos na felicidade
6. Formalismo e pessoa-
A. Sobre a concepção teórica da pessoa em geral
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1. Pessoa e razão
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2. Pessoa e o «Eu» da apercepção transcendental
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3. Pessoa e ato. A indiferença psicofísica da pessoa e os atos concretos. Níveis essenciais de centralidade no interior da pessoa
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a. Pessoa e ato
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b. O ser da pessoa nunca é um objeto. A indiferença psicofísica da pessoa e de seus atos. A relação da pessoa com a «consciência»
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c. Pessoa e mundo
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d. Microcosmo, macrocosmo e a ideia de Deus
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e. Corpo vivido e ambiente
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«Corpo vivido» e «ambiente» não são pressupostos pela distinção entre «psíquico» e «físico»
f. Eu e corpo vivido (associação ou dissociação)g. Princípios a priori materiais da psicologia explicativaB. A pessoa em contextos éticos-
1. A natureza da pessoa moral
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2. Pessoa e indivíduo
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3. A autonomia da pessoa
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4. Nosso conceito de pessoa em relação a outras formas de ética personalista
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ad 1. O ser da pessoa como valor próprio na história e na comunidade
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ad 2. Pessoa e a intenção do próprio valor
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ad 3. Pessoa e indivíduo (personalismo e «individualismo»)
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ad 4. Pessoa individual e pessoa coletiva
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ad 5. Pessoa íntima e pessoa social
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ad 6. a. A lei da origem do ethos predominante. Pessoas-modelo
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ad 6. b. A ideia de uma ordenação hierárquica entre tipos puros de pessoa-valor
Bibliografia -
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