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estudos:polt:seer-ser-seyn-sein-2006

ACONTECIMENTO DE PENSAR O ACONTECIMENTO (2006)

POLT, Richard F. H. The emergency of being: on Heidegger’s contributions to philosophy. Ithaca, NY: Cornell Univ. Press, 2006.

  • A abordagem da apropriação (Ereignis) exige um modo único de pensar e escrever que transcende a representação ordinária de entes para focar no “tornar-se próprio” que ocorre entre o ser-aí e o ser (Seyn) [1].
    • Caráter de Wegbesinnung ou meditação no caminho, em oposição a um discurso sobre o método [1].
    • Identidade entre pensar sobre a apropriação e permitir que ela aconteça [1].
    • Distinção entre questões substantivas e estilísticas apenas como medida provisória [1].
    • Leitura das Contribuições como participação em um evento e não como doutrina teórica [1].
  • O estilo nas Contribuições busca uma “certeza” madura comparável ao “grande estilo” nietzschiano, onde a abundância se contém na simplicidade, embora a obra seja admitida como um sucesso apenas parcial e repleto de lutas túrgidas [2].
    • Definição de estilo como abrigo da verdade do ser nos entes [2].
    • Indissociabilidade ideal entre forma e conteúdo no sucesso pleno [2].
    • Objetivo de falar a partir da apropriação e não sobre ela [2].
    • Superação da era dos sistemas em favor da sintonia com o ocultamento e a incepção [2].
  • A certeza almejada não é cartesiana ou representacional, mas artística, caracterizada por uma confiança criativa e um rigor especial que se abre à ordem única exigida por um momento de revelação [3].
    • Contraste com a objetividade científica universalmente acessível [3].
    • Rigor como toque seguro desenvolvido pela prática, não por padrões objetivos [3].
    • Extensão do conceito de estilo à existência do ser-aí como um todo [3].
    • Estilo como engajamento histórico e orientação para a abertura à apropriação [3].
  • O objetivo final é o pensamento histórico-do-ser (seynsgeschichtliches Denken), que participa do acontecer histórico do ser e rejeita a estrutura sistemática em favor de uma unidade descrita como “pedreira” ou “juntura” [4].
    • Necessidade de engajamento prático para compreensão genuína [4].
    • Exploração da tonalidade “futuro-subjuntiva” da obra [4].
    • Introdução de conceitos como “pensar-em” (bethinking) e silêncio eloquente [4].
    • Definição preliminar pelo que Heidegger não está fazendo [4].
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