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Daseinsanálise

/HOLZHEY-KUNZ, Alice. Daseinsanálise: o olhar para trás e o olhar para a frente. Tradução de Marco Antônio Casanova. Rio de Janeiro: Editora Via Verita, 2018.//

  • Prefácio
  • Parte histórica
    • Introdução
    • 1. Ludwig Binswanger: daseinsanálise como investigação de projetos de mundo
      • 1.1 Pesquisa cientificamente exata de projetos de mundo
      • 1.2 O exemplo da «fobia do salto»
      • 1.3 A relação da daseinsanálise com a psicanálise e a psiquiatria
      • 1.4 A imagem de homem de Binswanger
        • Pulsão ou espírito
        • Cuidado ou amor?
      • 1.5 Daseinsanálise enquanto pesquisa e enquanto psicoterapia
    • 2. Medard Boss: daseinsanálise enquanto superação do subjetivismo possessivo
      • 2.1 Amizade e colaboração com Martin Heidegger
        • Os seminários de Zollikon
      • 2.2 O «salto» para fora do subjetivismo possessivo
        • Uma nova linguagem
      • 2.3 Uma exegese fenomenológica do sonho
      • 2.4 Uma patologia «consonante com o ser-aí»
      • 2.5 Psicoterapia daseinsanalítica enquanto «irrupção em meio à liberdade»
  • Parte sistemática
    • I. Bases filosófico-antropológicas
      • Introdução
      • 1. O homem: ser-aí, ser-no-mundo, existência
        • 1.1 Existência
          • Um conceito existencial de individualidade
          • Um conceito existencial de liberdade
        • 1.2 Ser-no-mundo
        • 1.3 Ser-aí
          • Compreensão e disposição
          • A ambiguidade da autocompreensão humana
      • 2. Existência como compreender afinado do próprio ser
        • 2.1 A inclusão pré-ontológica
        • 2.2 Experiência ontológica na quotidianidade
        • 2.3 O conflito originário ôntico-ontológico
        • 2.4 Formas coletivas da autoproteção
          • Os negócios cotidianos
          • O saudável entendimento humano
          • Instituição cultural do sentido
    • II. Aspectos filosófico-psicológicos
      • Introdução
      • 1. O corpo
        • 1.1 Ser corpo como tarefa
          • O sonho da vida natural
          • Delegação da tarefa ao corpo vivo
        • 1.2 Experiências corporais como experiências ontológicas
          • Três experiências fundamentais do ser corpo
          • Dor
          • Nojo
          • Vergonha
        • 1.3 Sofrer com a corporeidade
      • 2. Início e fim
        • Sigmund Freud como pensador do início
        • Martin Heidegger como pensador do fim
        • 2.1 O ser para o início
          • A facticidade do início
          • Dotações de sentido tradicionais do início
          • Sofrer com o início
          • Revoltas contra a própria vida
        • 2.2 O ser para o fim
          • A facticidade do fim
          • Angústia da morte e temor da morte
          • A morte como barreira
          • Dações religiosas de sentido da morte
        • 2.3 Uma interpretação daseinsanalítica da compulsão à repetição e da pulsão de morte
          • A repetição do passado como negação do futuro
          • A pulsão de morte como recusa do ser para a morte
      • 3. O outro
        • 3.1 A determinação daseinsanalítica do ser-aí como ser-um-com-o-outro
        • 3.2 Novos desenvolvimentos na psicanálise
        • 3.3 Uma compreensão existencial do ser-com outros
          • Ser um com o outro como tarefa
          • A ambiguidade ôntico-ontológica do ser-um-com-o-outro
        • 3.4 «O conflito é o sentido originário do ser-para-os-outros»
        • 3.5 Pseudo-soluções para o dilema indissolúvel
          • A representação pré-moderna dos filhos de Deus
          • O amor romântico
          • O companheirismo
          • Violência
      • 4. Angústia e desejo
        • 4.1 A angústia e as angústias
          • Temor e angústia
          • Uma experiência patológica ou uma experiência ontológica?
        • 4.2 O retorno da angústia no temor
        • 4.3 O desejo é um «existencial»?
        • 4.4 O retorno do desejo nos desejos
        • 4.5 Desejo e violência
        • 4.6 Para a relação entre angústia e desejo
      • 5. Vergonha e culpa
        • 5.1 O sentido duplo da vergonha
          • O sentido ôntico da vergonha
          • Vergonha, envergonhado, desavergonhado
          • O sentido ontológico da vergonha
          • Sobre a relação entre vergonha e desejo
        • 5.2 O duplo sentido da culpa
          • O sentido ontológico duplo da culpa
          • O retorno da culpa ontológica nos sentimentos morais de culpa
      • 6. Uma interpretação existencial do inconsciente
        • 6.1 O inconsciente como autoilusão
        • 6.2 A má-fé como realização da autoilusão
        • 6.3 Autoilusão ôntica e ontológica
      • 7. O sonho
        • 7.1 Por que temos uma escuta particularmente aguçada no sonho
        • 7.2 O acontecimento do sonho como ilustração da tonalidade afetiva fundamental
        • 7.3 O sonhar como confrontação com o próprio ser
    • III. Sofrimento psíquico
      • Introdução
      • 1. Doença psíquica ou sofrimento psíquico?
        • 1.1 A diferença entre o discurso médico e o discurso psicanalítico
        • 1.2 A introdução da hermenêutica na psicopatologia
        • 1.3 O que significa «sentido»?
        • 1.4 O que significa «sentido inconsciente»?
      • 2. Sofrimento com o próprio ser
        • 2.1 Com o que sofre o neurótico?
        • 2.2 O complexo de Édipo é o cerne das neuroses?
        • 2.3 O intuito secreto no sofrimento psíquico
        • 2.4 Sofrimento psíquico como uma lida agente com o próprio ser
          • O agir como trabalho de Sísifo
        • 2.5 Confusões
      • 3. Perturbações «estruturais»
        • 3.1 Falta de tolerância à angústia?
        • 3.2 O sofrimento do sujeito com a sua fraqueza
        • 3.3 O sentido da divisão
        • 3.4 A negação da temporalidade
        • 3.5 A divisão como forma de defesa tempestiva?
      • 4. O desejo psicótico
        • 4.1 O desejo de uma mãe adotiva
        • 4.2 O desejo de retorno à casa
      • 5. O status particular da depressão
        • 5.1 O desempossar do sujeito: doença ou sofrimento?
        • 5.2 A perda depressiva
        • 5.3 O caráter afetivo do sofrimento depressivo
        • 5.4 O sentido de sintomas depressivos
          • Desempossar
          • Falta de apetite e profundidade matutina
          • Ódio a si mesmo
          • Vivência transformada do tempo
          • O fim da depressão
        • 5.5 A depressão é um sofrimento tipicamente moderno?
          • Depressões do céu azul
          • Sobre a forma de vida do empreendedor
          • Para a forma de vida do funcionário
    • IV. Consequências terapêuticas
      • Introdução
      • 1. A daseinsanálise é uma terapia filosófica?
        • 1.1 Como é que um diálogo filosófico daseinsanalítico poderia se mostrar
          • Duas considerações
        • 1.2 Por que é que um diálogo filosófico não pode ter nenhum efeito de cura
      • 2. Terapia daseinsanalítica como psicanálise sob pontos de vista daseinsanalíticos
        • 2.1 O que torna o diálogo psicanalítico um «procedimento sui generis»
          • A função geral protetora das regras
          • Cientificização como pseudoproteção
        • 2.2 As regras fundamentais de Freud e a angústia
          • As regras psicanalíticas como antirregras
          • Ouvir em uma atenção consonante
          • Associação livre
          • Abstinência
          • De volta às antirregras de Freud
      • 3. Escutar com um ouvido filosófico
        • 3.1 Escuta psicanalítica e daseinsanalítica em comparação
          • Dois exemplos
        • 3.2 Temor e angústia na escuta
        • 3.3 Empatia e simpatia na escuta
      • 4. Relação analítica e experiência filosófica
        • 4.1 A postura de abstinência enquanto oferta de ligação
        • 4.2 Diálogo e reciprocidade em vez de abstinência?
          • Reflexão crítica
          • A reserva psicanalítica
          • A reserva daseinsanalítica
        • 4.3 Experimentar junto ao analista abstinente o que significa ser para o outro
          • A descoberta sartriana da diferença entre «ser-com-outros» e «ser-para-outros»
          • A experiência de ser para o outro enquanto experiência de ser sempre a cada vez meu
          • Exemplos de declarações que também indicam uma experiência ontológica
        • 4.4 Para uma coexistência de concepções alternativas de relação analítica
          • Por que a relação analítica também tem uma dimensão transferencial histórica
          • Por que a relação analítica tem também uma dimensão interativa
      • 5. A reconquista da interpretação para a práxis daseinsanalítica
        • 5.1 Reabilitação do interpretar
          • Pode e deve o entendimento conjunto substituir a interpretação do analista?
          • A psicanálise precisa de uma hermenêutica textual?
          • «Hermenêutica da confiança» em vez de «Hermenêutica da angústia»
        • 5.2 Traços fundamentais de uma interpretação daseinsanalítica
          • Interpretar como apontar para experiências ontológicas veladas
          • Em relação a 1. Um outro horizonte interpretativo
          • Em relação a 2. Uma outra verdade
          • Em relação a 3. Sua inconclusividade
          • Sobre 4. Seu caráter fenomenológico
          • Interpretar como abrir da diferença ôntico-ontológica
      • 6. O quanto de verdade suportam pessoas com escuta aguçada?
        • 6.1 É exigível para o paciente a verdade ontológica?
        • 6.2 A dessensibilização e o encontro do sentido são alternativas terapêuticas?
          • Argumentos pró e contra
        • 6.3 A estrutura paradoxal da angústia
        • 6.4 Fazer experiências filosóficas
          • Do Sísifo ao homem filosoficamente experiente
          • Para o significado e função de experiências depressivas durante o processo de terapia
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