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        <title>GA25: §1</title>
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        <description>GA25: §1

Introdução: A Crítica da Razão Pura como fundamentação da metafísica como ciência
A Crítica da Razão Pura apareceu em 1781, após mais de dez anos de silêncio de Kant, quando ele tinha 57 anos; os contemporâneos ficaram completamente desamparados diante da obra, que ultrapassava toda a literatura filosófica corrente pelo nível de sua formulação de problemas, o rigor de sua formação conceitual, a novidade da linguagem e a amplitude de sua problemática.</description>
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        <title>GA25: §2</title>
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        <description>GA25: §2

§ 2. Significado geral da fundamentação de uma ciência

a) Interpretação fenomenológica da essência da ciência
O ponto de partida é a ciência caracterizada como uma espécie de conhecimento, entendido não como o que foi conhecido, mas como comportamento cognoscente; esse comportamento não é um processo psíquico interior, mas uma determinada maneira de ser do ser humano que se relaciona com o ente de modo desvelador.</description>
    </item>
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        <title>GA25: §3</title>
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        <description>GA25: §3

 § 3. A fundamentação da metafísica como ciência enquanto Crítica da razão pura 

 a) A interpretação kantiana do conhecimento ontológico 

 α) Conhecimento a priori 
A fundamentação kantiana da metafísica como ciência, sob o título Crítica da razão pura, tem por problema a razão teórica humana, isto é, não uma consciência indefinida em geral, mas a possibilidade da ciência enquanto conhecimento teórico próprio da razão humana.</description>
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        <title>GA25: §4</title>
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        <description>GA25: §4

 § 4. O horizonte da questão, o campo de investigação e o plano de construção da Crítica da razão pura 
A Crítica da razão pura constitui a fundamentação da ontologia como disciplina fundamental da metafísica e investiga a possibilidade do conhecimento a priori por meio de seus conceitos e princípios, isto é, pela relação possível das representações gerais do pensamento puro com objetos, sem tratar dos objetos em si mesmos.</description>
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        <title>GA25:19-20 – HUMAN Dasein</title>
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        <description>GA25:19-20 – HUMAN Dasein

Human Dasein is a being which has a world; or, to put it differently, the mode of being of Dasein, existence, is essentially determined by being-in-the-world. “World” is that particular whole toward which we comport ourselves at all times. The personal relation of one existence to another is also Not a free floating cognitive relation of an I-self to a thou-self, as if they were isolated souls; but rather each is a factical self in a world, and the being of the self is…</description>
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        <title>GA25:24-29 – OBJETIFICAÇÃO</title>
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        <description>GA25:24-29 – OBJETIFICAÇÃO

Em nosso uso diário das coisas, podemos nos direcionar adequada e explicitamente a elas, por exemplo, quando elaboramos reflexivamente os critérios mais adequados à situação. Mas, mesmo quando paramos, por assim dizer, em nossa ação e examinamos a situação, essa consideração ainda não é um comportamento teorético-científico, não é um simples olhar, uma simples consideração, mas permanece completamente presa à atitude de usar</description>
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        <title>GA25: KRITIK DER REINEN VERNUNFT - CRÍTICA DA RAZÃO PURA</title>
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        <description>GA25: KRITIK DER REINEN VERNUNFT - CRÍTICA DA RAZÃO PURA

“”</description>
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        <title>GA25: ESTRUTURA</title>
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        <description>GA25: ESTRUTURA</description>
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        <title>GA25: PRELIMINARES</title>
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        <description>GA25: PRELIMINARES

Consideração Prévia
A intenção da preleção é alcançar uma compreensão filosófica da Crítica da Razão Pura de Kant, o que equivale a aprender a filosofar; dois requisitos são necessários para isso: saber o que significa compreender uma filosofia transmitida pela tradição, e conhecer os meios e caminhos para obter tal compreensão.</description>
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        <title>GA25 Phänomenologische Interpretation von Kants Kritik der reinen Vernunft</title>
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        <description>GA25 Phänomenologische Interpretation von Kants Kritik der reinen Vernunft

Phänomenologische Interpretation von Kants Kritik der reinen Vernunft (WS 1927-1928) [1977] — Interpretação fenomenológica da Crítica da Razão Pura de Kant
EINLEITUNG Die »Kritik der reinen Vernunft« als Grundlegung der Metaphysik als Wissenschaft</description>
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