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        <title>EREIGNIS</title>
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        <title>Apercepções</title>
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        <description>Apercepções

Data: 2025-03-16 05:05

(Richir1996)

[...] as apercepções («percepções de uma só vez» que sempre implicam mais do que aquilo que parece explicitamente «contido» nelas) estão sempre já simbolicamente codificadas, são sempre já apercepções de língua, há diferentes tipos de apercepções de acordo com os diferentes tipos de instituição de língua, e sua gênese só pode ser compreendida na trans-posição, da qual nos esforçamos para mostrar, aqui, que é arquitetônica, da linguagem, para nós…</description>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>Gênesis I, 1-5</title>
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        <description>Gênesis I, 1-5

2) A elaboração simbólica do monoteísmo é confrontada aqui [Gênesis I, 1-5] com uma dificuldade formidável, cuja “resolução” (que não é uma “solução”) traz a marca de sua instituição simbólica. De fato, nas teogonias mitológicas, a criação e a genealogia dos deuses foram, ao mesmo tempo, à sua maneira enigmática, o estabelecimento de um tecido linguístico que, por meio da mediação de intrigas divinas e da recodificação simbólica em termos de deuses, gradualmente trouxe ordem, com…</description>
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        <title>Gestell simbólico</title>
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        <description>Gestell simbólico

Data: 2024-11-15 18:04

Isso nos leva a outra característica, não menos essencial, da instituição simbólica: se há sucessivas elaborações simbólicas, que podem ser cada vez mais refinadas (o que entendemos por “civilização”), de uma instituição simbólica, e que a levam à historicidade simbólica, que até mesmo, às vezes — isso acontece na História, embora raramente —, levam a rupturas simbólicas e ao surgimento de uma nova instituição simbólica (por exemplo: filosofia, ciência …</description>
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        <title>instituição simbólica</title>
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        <description>instituição simbólica

Data: 2024-11-15 17:49

Como uma primeira aproximação, propomos o termo “instituição simbólica” para substituir “cultura”, porque “cultura” sempre foi classicamente oposta à “natureza”, e porque as chamadas culturas arcaicas — isto é, culturas não marcadas pela instituição da filosofia — não pensaram ou elaboraram essa oposição como tal. Para nós, o que é “natureza” está completamente integrado ao campo da “cultura”, sendo a “natureza”, a physis, desde os fisiologistas jôn…</description>
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        <title>Pensamento mítico é politemático</title>
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        <description>Pensamento mítico é politemático

Retomamos a distinção de Fink entre operativo e temático. Poderíamos dizer, a título de antecipação, que em contraste com o pensamento hegeliano, que seria de alguma forma “monotemático” e abstrato (metafísico), procedendo com codificações e recodificações sucessivas da mesma tautologia simbólica do pensamento e do ser, provocando um curto-circuito no hiato inicial, o pensamento mítico seria “politemático” de certa forma, mas em uma desarticulação tal de qualque…</description>
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        <title>narrativa do Gênesis, uma nova instituição simbólica</title>
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        <description>narrativa do Gênesis, uma nova instituição simbólica

Vamos relembrar os primeiros cinco versículos do capítulo I de Gênesis:

“No princípio, Elohim criou os céus e a terra.
A terra estava desolada e vazia (tohû-wa-bohû). Havia trevas sobre o Abismo (tehom) e o sopro de Elohim pairava sobre as águas.
Elohim disse: Haja luz! e houve luz.
Elohim viu que a luz era boa e separou a luz das trevas.
Elohim chamou (clamou) a luz de Dia e chamou (clamou) a escuridão de Noite. Ele a teve (e é) tarde, e a …</description>
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        <title>Experiência do Pensar</title>
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        <description>Experiência do Pensar

RICHIR, Marc. L’Expérience du penser. Phénoménologie, philosophie, mythologie. Grenoble: Jérôme Millon, 1996
Projeto e metodologia do livro após as Meditações FenomenológicasObjetivo: compreender o pensamento mitológico como pensamento autônomo, em outro sistema simbólico.</description>
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