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        <title>EREIGNIS</title>
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        <title>ABERTURA (1982)</title>
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        <description>ABERTURA (1982)

ZUBIRI, Xavier. Inteligência e Logos. São Paulo: É Realizações Editora, 1982.

Em que se funda a abertura? A abertura de que aqui tratamos é um modo de atualidade, e como tal afeta formalmente a intelecção enquanto tal. Se nossas intelecções não fossem mais que uma adição simultânea ou sucessiva de vários atos de inteligir, não haveria lugar para falar de abertura. Mas isso não é assim. Porque o termo formal e radical da atualidade intelectiva é impressão de realidade; quer dize…</description>
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        <title>ABERTURA E VERDADE (1982)</title>
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        <description>ABERTURA E VERDADE (1982)

ZUBIRI, Xavier. Inteligência e Logos. São Paulo: É Realizações Editora, 1982.

O âmbito da abertura é o âmbito da verdade inteira. De fato: toda verdade simples está incoativamente aberta a uma verdade dinâmica, e cada momento desta verdade dinâmica é um momento de conformidade estruturalmente aberto para a adequação com “a” realidade, aberto “à” verdade. Mas esta abertura “à” verdade tem diversos aspectos, porque a abertura da verdade não é senão a abertura da atualiz…</description>
    </item>
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        <title>ALMA E ANIMA (1982)</title>
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        <description>ALMA E ANIMA (1982)

ZUBIRI, Xavier. Inteligência e Logos. São Paulo: É Realizações Editora, 1982.A

Lo primero que hay que decir es que la psyché no es simple «espíritu», esto, es, algo meramente dotado de inteligencia y voluntad, como pretendía</description>
    </item>
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        <title>ALMA E CORPO, COEXTENSIVOS (1982)</title>
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        <description>ALMA E CORPO, COEXTENSIVOS (1982)

ZUBIRI, Xavier. Inteligência e Logos. São Paulo: É Realizações Editora, 1982.A

Aristóteles pensava que se tratava de uma unidade substancial: a alma, ψυχή, é o ato substancial de uma matéria-prima indeterminada. De modo que todas as propriedades que o homem possui, não só as mais elevadas, mas mesmo as mais básicas, como peso, propriedades químicas, etc., seriam devidas à “alma”. Seria aquele que “anima” o corpo, ou melhor, aquele que faz da matéria-prima um c…</description>
    </item>
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        <title>COMPREENSÃO (2012:265-267)</title>
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        <description>COMPREENSÃO (2012:265-267)

ZUBIRI, Xavier. Inteligência e Razão. São Paulo: É Realizações Editora, 2012.

Compreender não é mero apreender, mas abarcar algo. Aqui compreender tem o sentido etimológico de comprehendere. A compreensão é o que vai constituir o modo de a coisa real estar presente novamente. É uma circunscrição periférica, por assim dizer, da apreensão primordial do real. Nesta compreensão da coisa real, fica incorporado a ela o que realmente é; o fóton fica incorporado à cor verde.…</description>
    </item>
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        <title>DIFERENÇA ONTOLÓGICA, EXISTENCIALIDADE E TEMPOREIDADE NA ONTOLOGIA FUNDAMENTAL</title>
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        <description>DIFERENÇA ONTOLÓGICA, EXISTENCIALIDADE E TEMPOREIDADE NA ONTOLOGIA FUNDAMENTAL

ZUBIRI, Xavier. Cinco lecciones de filosofía. 7a reimpr. en El Libro de Bolsillo ed. Madrid: Alianza Editorial, 1999.
Diferença ontológica como distinção radical entre ser e ente para superação da confusão histórica entre essências ônticas e sentido do ser em si mesmo.</description>
    </item>
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        <title>DOIS HÁBITOS DETERMINANTES DE SER HUMANO (1982)</title>
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        <description>DOIS HÁBITOS DETERMINANTES DE SER HUMANO (1982)

ZUBIRI, Xavier. Inteligência e Logos. São Paulo: É Realizações Editora, 1982.a

He aquí las dos habitudes que radicalmente se distinguen en la escala zoológica: de un lado, la habitud del puro sentir estímulos, y de otro, la habitud de inteligirlos como realidades; sentir e inteligir. A estas dos habitudes, responden dos formalidades según las cuales las cosas quedan en su presentarse: estimulo y realidad. Pero como el presentarse como reales, con…</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://ereignis.hyperlogos.info/doku.php?id=estudos:zubiri:essencia-e-substancia-1985&amp;rev=1771063939&amp;do=diff">
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        <title>ESSÊNCIA E SUBSTÂNCIA (1985)</title>
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        <description>ESSÊNCIA E SUBSTÂNCIA (1985)

ZUBIRI, Xavier. Sobre la esencia. Madrid: Alianza Editorial, 1985, p. 3-6

Aristóteles“”“”AristótelesAristóteles“”Aristóteles

AristótelesDescartesDescartes“”“”“”“”Descartes“”



HusserlBrentano“”“”“”“”

“”Aristóteles

Aristóteles“”AristótelesAristóteles

AristótelesAristótelesAristótelesAristóteles

AristótelesDescartesDescartesDescartes



HusserlBrentano

Aristóteles

AristótelesAristótelesAristóteles

zubiri…</description>
    </item>
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        <title>FENOMENOLOGIA COMO CIÊNCIA RIGOROSA EM HUSSERL</title>
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        <description>FENOMENOLOGIA COMO CIÊNCIA RIGOROSA EM HUSSERL

ZUBIRI, Xavier. Cinco lecciones de filosofía. 7a reimpr. en El Libro de Bolsillo ed. Madrid: Alianza Editorial, 1999.
Falência da interpretação psicológica das leis da aritmética e imperativo de transformar filosofia em ciência estrita.</description>
    </item>
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        <title>POSSIBILIDADE DA FILOSOFIA COMO CIÊNCIA RIGOROSA</title>
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        <description>POSSIBILIDADE DA FILOSOFIA COMO CIÊNCIA RIGOROSA

ZUBIRI, Xavier. Cinco lecciones de filosofía. 7a reimpr. en El Libro de Bolsillo ed. Madrid: Alianza Editorial, 1999.
Diferenciação fundamental entre consciência em sentido psicológico e consciência pura entendida como ato de dar-se conta de algo.</description>
    </item>
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        <title>PROBLEMA RADICAL DA FILOSOFIA EM HUSSERL</title>
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        <description>PROBLEMA RADICAL DA FILOSOFIA EM HUSSERL

ZUBIRI, Xavier. Cinco lecciones de filosofía. 7a reimpr. en El Libro de Bolsillo ed. Madrid: Alianza Editorial, 1999.
Investigação do ser essencial por meio do esforço da experiência fenomenológica em fases sucessivas de profundidade analítica.</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://ereignis.hyperlogos.info/doku.php?id=estudos:zubiri:formalizacao-e-hiperformalizacao-1980&amp;rev=1771064888&amp;do=diff">
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        <title>FORMALIZAÇÃO E HIPERFORMALIZAÇÃO (1980)</title>
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        <description>FORMALIZAÇÃO E HIPERFORMALIZAÇÃO (1980)

ZUBIRI, Xavier. Inteligência e Realidade. São Paulo: É Realizações Editora, 1980/2012.

Eu já disse que é a formalização o que abre toda a riqueza da vida do animal. Quanto mais formalizada estiver a impressão de estimulidade, tanto mais rica será a unidade interna do estímulo. O próprio conteúdo de “cor” é para o caranguejo signo de uma presa. Mas essa mesma cor, apreendida em constelações mais ricas, constitui uma grande variedade de signos objetivos. O…</description>
    </item>
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        <title>CONCORDÂNCIA COM HEIDEGGER (2002:243-245)</title>
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        <description>CONCORDÂNCIA COM HEIDEGGER (2002:243-245)

(...) concordância de Zubiri com Heidegger em várias questões fundamentais:

1. A realidade de uma coisa não pode ser identificada com sua presença, seu des-encobrimento ou (contra a leitura pragmatista) sua utilidade para qualquer agente humano específico.</description>
    </item>
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        <title>INTELIGÊNCIA SENCIENTE (2011:LIII-LV)</title>
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        <description>INTELIGÊNCIA SENCIENTE (2011:LIII-LV)

ZUBIRI, Xavier. Inteligência e Logos. São Paulo: É Realizações Editora, 1982/2011

Parmênides











zubiri</description>
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        <title>INTELIGIR E SENTIR (IR:LI-LV)</title>
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        <description>INTELIGIR E SENTIR (IR:LI-LV)

ZUBIRI, Xavier. Inteligência e Realidade. São Paulo: É Realizações Editora, 1980/2012.

Prefácio

Para muitos leitores, a meu livro Sobre a Essência faltava um fundamento porque consideravam que saber o que é a realidade é tarefa que não pode ser levada a efeito sem um estudo prévio do que nos é possível saber. Isso é verdade, quando se trata de alguns problemas concretos. Afirmar, porém, de forma absolutamente geral, que isso seja próprio do saber da realidade enq…</description>
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        <title>JULGAR É REALIZAR UM CONCEITO (1982)</title>
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        <description>JULGAR É REALIZAR UM CONCEITO (1982)

ZUBIRI, Xavier. Inteligência e Logos. São Paulo: É Realizações Editora, 1982.

O impropriamente chamado “sujeito” do juízo é aquilo real de que se julga. Não é propriamente “sujeito”, mas “objeto” do juízo. O que se julga é a realização da simples apreensão no objeto, isto é, no real. Julgar não é, portanto, atribuir um conceito a outro, mas realizar um conceito, um ficto ou um percepto na coisa real já apreendida como real em apreensão primordial. Afirmação…</description>
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        <title>LOGIFICAÇÃO DA INTELECÇÃO (1982)</title>
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        <description>LOGIFICAÇÃO DA INTELECÇÃO (1982)

ZUBIRI, Xavier. Inteligência e Logos. São Paulo: É Realizações Editora, 1982.

[...] Estamos habituados a ver os conceitos organizados, como se sua organização já estivesse logicamente prefixada. É, mais uma vez, a logificação da intelecção. Para compreendê-lo, basta considerar, por exemplo, a organização dos conceitos segundo gêneros, diferenças e espécies. Sua expressão é a definição. Dizer que o homem é animal “e” racional não é uma definição. Para que o seja…</description>
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        <title>O HOMEM É UM ANIMAL ABERTO (ZUBIRI)</title>
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        <description>O HOMEM É UM ANIMAL ABERTO (ZUBIRI)

ZUBIRI, Xavier. Inteligência e Logos. São Paulo: É Realizações Editora, 1982.

Naturalmente, nem toda verdade é científica ou filosófica no sentido mencionado. Mas toda verdade envolve a atualidade campal do real. Por isso o homem é um animal aberto não só a mil modos de saber, mas a algo mais profundo. Em face do puro animal, que é um animal de vida encerrada, o homem é sem dúvida o animal aberto a toda forma de realidade. Mas, como animal de realidades, o h…</description>
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        <title>A “REALIDADE” É A COISA ÚLTIMA EM QUE O HOMEM ESTÁ</title>
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        <description>A “REALIDADE” É A COISA ÚLTIMA EM QUE O HOMEM ESTÁ

RIVERA CRUCHAGA, Jorge Eduardo. Heidegger y Zubiri. 1. ed ed. Santiago de Chile: Ed. Universitaria, 2001.

Algumas ideias de Xavier Zubiri podem talvez ajudar-nos a compreender isto. Zubiri não fala, evidentemente, do ser como o último e radical, mas da realidade. Mas, por agora, não nos centremos nesta diferença e falemos como se aquilo a que</description>
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        <title>SABER E REALIDADE (2011:LI-LIII)</title>
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        <description>SABER E REALIDADE (2011:LI-LIII)

ZUBIRI, Xavier. Inteligência e Logos. São Paulo: É Realizações Editora, 1982.

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zubiri realidade</description>
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        <title>SÓCRATES E A ÉTICA (NHD:241-242)</title>
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        <description>SÓCRATES E A ÉTICA (NHD:241-242)

ZUBIRI, Xavier. Naturaleza, historia, Dios. 10. ed ed. Madrid: Alianza Ed, 1994.

Atalhemos imediatamente uma falsa interpretação. Que Sócrates medite sobre as coisas da vida usual não quer dizer que medite somente sobre o homem e seus atos. Comumente se tomou nesse sentido o testemunho de</description>
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        <title>Zubiri</title>
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        <description>Zubiri


XAVIER ZUBIRI (1898-1983)
Cinco Lições de Filosofia, É Realizações 2012Inteligência e Realidade, É Realizações 2013Inteligência e Logos, É Realizações 2013Inteligência e Razão, É Realizações 2013Natureza, História e Deus, É Realizações 2013zubiri index</description>
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        <title>VITALISMO HISTORICISTA DE DILTHEY</title>
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        <description>VITALISMO HISTORICISTA DE DILTHEY

ZUBIRI, Xavier. Cinco lecciones de filosofía. 7a reimpr. en El Libro de Bolsillo ed. Madrid: Alianza Editorial, 1999.
Origem da filosofia radicada na condição intrínseca da vida humana em oposição à estrutura da razão absoluta hegeliana.</description>
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