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        <title>EREIGNIS - estudos:zambrano</title>
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        <title>EREIGNIS</title>
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        <title>AMOR (I)</title>
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        <description>AMOR (I)

ZAMBRANO, María. Dos fragmentos sobre el amor. 1982
Uma das indigências do tempo presente manifesta-se na dificuldade de o amor encontrar lugar de acolhimento na mente e na alma contemporâneas, pois, embora exista, vê-se compelido a justificar-se incessantemente, sendo frequentemente reduzido a sentimento, instinto, libido ou enfermidade, enquanto a liberdade moderna, sobretudo a liberdade de consciência, converte-se em espaço negativo no qual o amor sufoca como ave asfixiada.</description>
    </item>
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        <title>AMOR (II)</title>
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        <description>AMOR (II)

ZAMBRANO, María. Dos fragmentos sobre el amor. 1982
O amor é essencialmente agente de transcendência, pois abre o futuro como abertura ilimitada para uma vida verdadeira que ultrapassa a mera repetição do porvir e exerce também atração sobre a própria História.</description>
    </item>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>CÉUS</title>
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        <description>CÉUS

ZAMBRANO, María. Claros del bosque. 4. ed ed. Barcelona: Seix Barral, 1993.
Os céus são múltiplos e não se deixam apreender pelo conceito abstrato e singular de “céu”, pois respondem à sede de esperança e à necessidade dos sentidos, formando uma esfera total com centros comuns, mas a dependência em relação ao centro pode romper-se em alguns céus, precipitando quem os experiencia em um vazio sem defesa.</description>
    </item>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>CLAREIRA</title>
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        <description>CLAREIRA

ZAMBRANO, María. Claros del bosque. 4. ed ed. Barcelona: Seix Barral, 1993.
O claro do bosque apresenta-se como um centro ao qual nem sempre se pode entrar, oferecendo-se como reino habitado por uma alma que o guarda e cuja lição imediata consiste em não buscá-lo nem buscar nada determinado nele, sob pena de desviar-se por analogias como a do templo.</description>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>CORAÇÃO</title>
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        <description>CORAÇÃO

ZAMBRANO, María. Claros del bosque. 4. ed ed. Barcelona: Seix Barral, 1993.
O coração, em sua existência carnal, possui cavidades e aberturas que o dividem, diferindo radicalmente do centro concebido pela filosofia aristotélica como motor imóvel, que, sendo ato puro e impasível, move sem se mover e sem possuir qualquer interioridade ou espaço interno.</description>
    </item>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>DESPERTAR</title>
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        <description>DESPERTAR

ZAMBRANO, María. Claros del bosque. 4. ed ed. Barcelona: Seix Barral, 1993.
O despertar privilegiado não se reduz à passagem do sono para a vigília, porque a vida não se divide em partes, mas se distribui em lugares e rostos, de modo que tanto no sono quanto em certos estados de vigília pode ocorrer um despertar sem imagem.</description>
    </item>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>ESPELHO</title>
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        <description>ESPELHO

ZAMBRANO, María. Claros del bosque. 4. ed ed. Barcelona: Seix Barral, 1993.
A figura arcaica da Medusa, na mitologia grega, distingue-se por sua beleza e ambiguidade, e Perseu, para derrotá-la e realizar sua metamorfose, recebeu de Atena o dom de um escudo polido que refletia a imagem, permitindo-lhe não olhar diretamente para aquela beleza que paralisava.</description>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>MÉTODO</title>
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        <description>MÉTODO

ZAMBRANO, María. Claros del bosque. 4. ed ed. Barcelona: Seix Barral, 1993.
É necessário adormecer no alto, na luz.O adormecer é prescrito como exigência.A luz é o âmbito próprio desse adormecer.É necessário manter-se desperto embaixo, na escuridão intraterrestre e intracorporal dos diversos corpos que o homem terrestre habita, o da terra, o do universo e o próprio.</description>
    </item>
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        <title>PALAVRAS</title>
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        <description>PALAVRAS

ZAMBRANO, María. Claros del bosque. 4. ed ed. Barcelona: Seix Barral, 1993.
Antes dos tempos conhecidos e da emergência da história, estendeu-se um tempo de plenitude onde a palavra não se destinava ao linguagem, à comunicação ou à notificação, mas era uma palavra de comunhão, proferida e recebida no mesmo instante, sem opacidade, como uma centelha que se reacendia a cada vez, e que não conhecia a colonização pelo poder.</description>
    </item>
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        <title>SIGNOS</title>
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        <description>SIGNOS

ZAMBRANO, María. Claros del bosque. 4. ed ed. Barcelona: Seix Barral, 1993.
A percepção de signos e figuras na consciência noturna ou visionária revela indícios de uma razão fecunda e criadora que transcende a racionalidade abstrata e busca ser decifrada.</description>
    </item>
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        <title>Zambrano</title>
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        <description>Zambrano


María Zambrano (1904-1991)

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zambrano index</description>
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        <title>VAZIO</title>
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        <description>VAZIO

ZAMBRANO, María. Claros del bosque. 4. ed ed. Barcelona: Seix Barral, 1993.
Tudo seria revelação se fosse acolhido em estado nascente, e a visão que chega de fora ao romper a obscuridade do sentido exige que, ao abrir-se a vista, abra-se simultaneamente a visão, quando o sentido único do ser desperta em liberdade segundo sua própria lei, sem a presença opressiva da intenção e sem outra finalidade senão a fidelidade ao próprio ser na vida que se abre, acendendo-se então a visão como uma ch…</description>
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