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        <title>EREIGNIS</title>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>EPIFANIA DO ROSTO</title>
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        <description>EPIFANIA DO ROSTO

LEVINAS. Totalité et infini. Essai sur l’extériorité, 1961; Poche « biblio », 1971 / Totalidade e Infinito. Lisboa: Edições 70, 1988.

Recordem-se os pontos relativos à significação. O facto primeiro da significação produz-se no rosto. Não que o rosto receba uma significação [239] em relação a qualquer coisa. O rosto significa por si próprio, a sua significação precede a Sinngebung, um comportamento significativo surge já à sua luz, espalha a luz onde se vê a luz. Não temos de…</description>
    </item>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>ESSÊNCIA DO DISCURSO É ÉTICA</title>
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        <description>ESSÊNCIA DO DISCURSO É ÉTICA

LEVINAS. Totalité et infini. Essai sur l’extériorité, 1961; Poche « biblio », 1971 / Totalidade e Infinito. Lisboa: Edições 70, 1988.

O discurso condiciona o pensamento, porque o primeiro inteligível não é um conceito, mas uma inteligência cuja exterioridade inviolável o rosto enuncia, ao proferir o «tu não cometerás assassínio». A essência do discurso é ética. Ao enunciar esta tese, rejeita-se o idealismo.</description>
    </item>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>LINGUAGEM CONDICIONA O PENSAMENTO</title>
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        <description>LINGUAGEM CONDICIONA O PENSAMENTO

LEVINAS. Totalité et infini. Essai sur l’extériorité, 1961; Poche « biblio », 1971 / Totalidade e Infinito. Lisboa: Edições 70, 1988.

A linguagem condiciona assim o funcionamento do pensamento racional: dá-lhe um começo no ser, uma primeira identidade de significação no rosto de quem fala, isto é, que se apresenta desfazendo sem cessar o equívoco da sua própria imagem, dos seus signos verbais. A linguagem condiciona o pensamento: não a linguagem na sua materia…</description>
    </item>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>RAZÃO NÃO PODE FALAR A OUTRA RAZÃO</title>
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        <description>RAZÃO NÃO PODE FALAR A OUTRA RAZÃO

LEVINAS. Totalité et infini. Essai sur l’extériorité, 1961; Poche « biblio », 1971 / Totalidade e Infinito. Lisboa: Edições 70, 1988.

Se o face a face fundamenta a linguagem, se o rosto traz a primeira significação, implanta a própria significação no ser — a linguagem não apenas serve a razão, mas é a razão. A razão, no sentido de uma legalidade impessoal, não permite dar conta do discurso, porque absorve a pluralidade dos interlocutores. A razão, única como …</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://ereignis.hyperlogos.info/doku.php?id=estudos:levinas:acesso-ao-objeto-faz-parte-do-ser-do-objeto-1967&amp;rev=1770917258&amp;do=diff">
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        <title>ACESSO AO OBJETO FAZ PARTE DO SER DO OBJETO (1967:115)</title>
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        <description>ACESSO AO OBJETO FAZ PARTE DO SER DO OBJETO (1967:115)

LEVINAS, Emmanuel. En découvrant l’existence, avec Husserl et Heidegger. Paris: Vrin, 1967

Ir às coisas mesmas — significa, em primeiro lugar, não se limitar às palavras, que visam apenas a um real ausente. Essa imperfeição da intenção significativa —</description>
    </item>
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        <title>ACONTECIMENTOS DO SER – TOTALIDADE E INFINITO (2017)</title>
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        <description>ACONTECIMENTOS DO SER – TOTALIDADE E INFINITO (2017)

MOATI, Raoul. Levinas and the Night of Being. A Guide to Totality and Infinity. Tr. Daniel Wyche. New York: Fordham University Press, 2017

* A questão fundamental da obra Totalidade e Infinto reside na investigação sobre a possibilidade de a moralidade constituir um engano em um mundo ontologicamente definido pela guerra como princípio supremo da realidade.</description>
    </item>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>ALÉM DA FACE</title>
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        <description>ALÉM DA FACE

LEVINAS. Totalité et infini. Essai sur l’extériorité, 1961; Poche « biblio », 1971 / Totalidade e Infinito. Lisboa: Edições 70, 1988.

* A questão sobre se há mais no tempo do que o intervalo entre o nascimento e a morte do indivíduo e as eras das nações é respondida negativamente por</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://ereignis.hyperlogos.info/doku.php?id=estudos:levinas:alem-da-ontologia-1991&amp;rev=1770920674&amp;do=diff">
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        <title>ALÉM DA ONTOLOGIA (1991:I-IV)</title>
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        <description>ALÉM DA ONTOLOGIA (1991:I-IV)

LEVINAS. Totalité et infini. Essai sur l’extériorité, 1961; Poche « biblio », 1971 / Totalidade e Infinito. Lisboa: Edições 70, 1988.

Além do em-si e do para-si do desvelado, eis a nudez humana, mais exterior que o fora do mundo das paisagens, das coisas e das instituições, a nudez que clama sua estranheza ao mundo, sua solidão, a morte dissimulada em seu ser ela clama, no aparecer, na vergonha de sua miséria oculta, ela clama a morte na alma; a nudez humana me in…</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://ereignis.hyperlogos.info/doku.php?id=estudos:levinas:analitica-do-dasein-2010&amp;rev=1770918287&amp;do=diff">
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        <title>ANALÍTICA DO DASEIN (2010:38-41)</title>
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        <description>ANALÍTICA DO DASEIN (2010:38-41)

LÉVINAS, Emmanuel. Dieu, la mort et le temps. Paris: Grasset, 2010.

[...] O Da do Dasein, que é simultaneamente uma questão e já uma compreensão do ser-verbo, é um fundamento sem fundo e foi elaborado na estrutura da preocupação [Sorge].</description>
    </item>
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        <title>VONTADE SEGUNDO LEVINAS (2007:10)</title>
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        <description>VONTADE SEGUNDO LEVINAS (2007:10)

DAVIS, B. W. Heidegger and the will: on the way to Gelassenheit. Evanston, Ill: Northwestern Univ. Press, 2007.

Levinas“”Levinas“”

LevinasLevinas

levinas vontade</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://ereignis.hyperlogos.info/doku.php?id=estudos:levinas:desejo-do-invisivel-1991&amp;rev=1770920679&amp;do=diff">
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        <title>DESEJO DO INVISÍVEL (1991:21-24)</title>
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        <description>DESEJO DO INVISÍVEL (1991:21-24)

LEVINAS. Totalité et infini. Essai sur l’extériorité, 1961; Poche « biblio », 1971 / Totalidade e Infinito. Lisboa: Edições 70, 1988.

O Outro metafisicamente desejado não é «outro» como o pão que como, como o país em que habito, como a paisagem que contemplo, como, por vezes, eu para mim próprio, este «eu», esse «outro».</description>
    </item>
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        <title>ÉTICA PRECEDE A ONTOLOGIA (TI:33)</title>
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        <description>ÉTICA PRECEDE A ONTOLOGIA (TI:33)

LEVINAS. Totalité et infini. Essai sur l’extériorité, 1961; Poche « biblio », 1971 / Totalidade e Infinito. Lisboa: Edições 70, 1988.

Não foi por acaso que a relação teórica foi o esquema preferido da relação metafísica. O saber ou a teoria significa, em primeiro lugar, uma relação tal com o ser que o ser cognoscente deixa o ser conhecido manifestar-se, respeitando a sua alteridade e sem o marcar, seja no que for, pela relação de conhecimento. Neste sentido, o…</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://ereignis.hyperlogos.info/doku.php?id=estudos:levinas:filosofia-de-heidegger-1949&amp;rev=1770919938&amp;do=diff">
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        <title>FILOSOFIA DE HEIDEGGER (1949:93-94)</title>
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        <description>FILOSOFIA DE HEIDEGGER (1949:93-94)

LEVINAS, Emmanuel. En découvrant l’existence avec Husserl et Heidegger. Paris: Vrin, 1949

Une distinction capitale s’impose quand on aborde la méthode de Heidegger. Il faut y insister pour éviter la confusion courante entre la philosophie de Heidegger et l’anthropologisme philosophique ou philosophie de l’existence qui n’en représente qu’un aspect. Confusion d’autant plus répandue que seul ce dernier aspect de l’œuvre heideggerienne a jusqu’à présent exercé …</description>
    </item>
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        <title>HORS SUJET (1987)</title>
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        <description>HORS SUJET (1987)

LEVINAS, Emmanuel. Hors sujet. Paris: Livre de Poche, 1997.

Reunimos neste volume alguns de nossos textos antigos, dispersos em várias publicações e dedicados aos trabalhos de alguns filósofos contemporâneos que relatam — e dão grande importância — ao pensamento que anima — ou melhor, a um pensamento que realiza e promove — a proximidade entre os homens, a proximidade do próximo ou a acolhida que o homem dá ao homem. [Prefácio]</description>
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        <title>IDEIA DE INFINITO EM LEVINAS (1998:125-126)</title>
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        <description>IDEIA DE INFINITO EM LEVINAS (1998:125-126)

HUNEMAN, P.; KULICH, E. Introduction à la phénoménologie. Paris: A. Colin, 1997.

O que Lévinas opõe à totalidade é o infinito na medida em que ele transcende qualquer pensamento que o pense, qualquer síntese; é na relação com o outro que o infinito se produz. Ele retoma de</description>
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        <title>LIBERDADE (1988)</title>
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        <description>LIBERDADE (1988)

LEVINAS. Totalité et infini. Essai sur l’extériorité, 1961; Poche « biblio », 1971 / Totalidade e Infinito. Lisboa: Edições 70, 1988.

O primado da ontologia heideggeriana não assenta sobre o truísmo: «para conhecer o ente, é preciso ter compreendido o ser do ente». Afirmar a prioridade do ser em relação ao ente é já pronunciar-se sobre a essência da filosofia, subordinar a relação com alguém que é um ente (a relação ética) a uma relação com o ser do ente que, impessoal como é,…</description>
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        <title>MESMO - OUTRO - EU (1991:24-26)</title>
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        <description>MESMO - OUTRO - EU (1991:24-26)

LEVINAS. Totalité et infini. Essai sur l’extériorité, 1961; Poche « biblio », 1971 / Totalidade e Infinito. Lisboa: Edições 70, 1988.

Ser eu é, para além de toda a individualização que se pode ter de um sistema de referências, possuir a identidade como conteúdo. O eu não é um ser que se mantém sempre o mesmo, mas o ser cujo existir consiste em identificar-se, em reencontrar a sua identidade através de tudo o que lhe acontece. É a identidade por excelência, a obr…</description>
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        <title>QUE EXISTE E A PRÓPRIA EXISTÊNCIA (1963:15-18)</title>
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        <description>QUE EXISTE E A PRÓPRIA EXISTÊNCIA (1963:15-18)

LÉVINAS, Emmanuel. De l’existence à l’existant. 2e éd. augm ed. Paris: J. Vrin, 1990.

O pensamento desliza insensivelmente da noção do ser como ser, daquilo por que um existente existe, à ideia de causa da existência, de um “ente em geral”, de um Deus, cuja essência, a rigor, apenas conterá a existência — mas nem por isso deixará de ser um “ente” e não o fato ou a ação, ou o evento puro ou a obra de ser.</description>
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        <title>PENSAMENTO OPERA NO &quot;EU POSSO&quot; DO CORPO</title>
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        <description>PENSAMENTO OPERA NO &quot;EU POSSO&quot; DO CORPO

LEVINAS. Totalité et infini. Essai sur l’extériorité, 1961; Poche « biblio », 1971 / Totalidade e Infinito. Lisboa: Edições 70

A desconfiança em relação ao verbalismo desemboca no primado incontestável do pensamento racional relativamente a todas as operações antes da expressão, que inserem um pensamento numa linguagem como num sistema de signos ou o ligam a uma linguagem que preside à escolha dos signos. As pesquisas modernas da filosofia da linguagem t…</description>
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        <title>ROSTO É UMA PRESENÇA VIVA</title>
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        <description>ROSTO É UMA PRESENÇA VIVA

LEVINAS. Totalité et infini. Essai sur l’extériorité, 1961; Poche « biblio », 1971 / Totalidade e Infinito. Lisboa: Edições 70, 1988

A manifestação do καθ’ αυτό (ser do outro), em que o ser nos diz respeito sem se furtar e sem se trair, consiste para ele, não em ser desvelado, não em descobrir-se ao olhar que o tomaria por tema de interpretação e que teria uma posição absoluta dominando o objecto. A manifestação καθ ’αυτό consiste para o ser em dizer-se a nós, indepen…</description>
    </item>
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        <title>A MORTE DO OUTRO EM LEVINAS (2019:20-21)</title>
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        <description>A MORTE DO OUTRO EM LEVINAS (2019:20-21)

RUIN, Hans. Being with the dead : burial, ancestral politics, and the roots of historical consciousness. Stanford, California : Stanford University Press, 2019

As palestras que Levinas apresentou como seu último curso na Sorbonne em 1975 e que foram publicadas em 1993 como Deus, Morte e tempo também fornecem um contexto importante para a forma como este tema foi desenvolvido por</description>
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        <title>SER É INSEPARÁVEL DA COMPREENSÃO DO SER</title>
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        <description>SER É INSEPARÁVEL DA COMPREENSÃO DO SER

LEVINAS. Totalité et infini. Essai sur l’extériorité, 1961; Poche « biblio », 1971 / Totalidade e Infinito. Lisboa: Edições 70, 1988.

A mediação fenomenológica serve-se de uma outra via em que o «imperialismo ontológico» é ainda mais visível. É o ser do ente que é o medium da verdade. A verdade que concerne ao ente supõe a abertura prévia do ser. Dizer que a verdade do ente tem a ver com a abertura do ser é dizer, em todo o caso, que a sua inteligibilida…</description>
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        <title>SONO E O LUGAR (1990/2004:119-124)</title>
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        <description>SONO E O LUGAR (1990/2004:119-124)

LÉVINAS, Emmanuel. De l’existence à l’existant. 2e éd. augm ed. Paris: J. Vrin, 1990. Da Existência ao Existente. Tr. Paul Albert Simon. Campinas: Papirus, 1998
Dormir consiste em suspender a atividade psíquica e física mediante o ato de deitar-se, que limita a existência a um lugar e a uma posição, revelando que tal suspensão exige como condição essencial a base que falta ao ser abstrato pairando no ar.</description>
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        <title>Levinas</title>
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        <description>Levinas


Emmanuel Levinas (1906-1995), philosophe d&#039;origine lituanienne, naturalisé français en 1930.
De l’existence à l’existant. Paris: Vrin, 1963/2004 / Da Existência ao Existente. Tr. Paul Albert Simon. Campinas: Papirus, 1998Hors sujet. Paris: Fata Morgana, 1987levinas index</description>
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        <title>&quot;SER&quot; EM LEVINAS (2000:175-177)</title>
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        <description>&quot;SER&quot; EM LEVINAS (2000:175-177)

ZARADER, Marlène. A Dívida Impensada. Heidegger e a Herança Hebraica. Lisboa: Instituto Piaget, 2000
Lévinas situa Heidegger o mais distante possível de seu próprio pensamento e dos ensinamentos bíblicos, propondo uma leitura singular que apaga o salto crítico realizado por Heidegger e o insere no vaguear da tradição ontológica, ao considerá-lo não como destruidor, mas como aquele que resume e até exalta toda a corrente da filosofia ocidental.</description>
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