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        <title>EREIGNIS - estudos:fogel</title>
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        <title>EREIGNIS</title>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>A ESTRUTURA SER-NO-MUNDO (2015:17-18)</title>
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        <description>A ESTRUTURA SER-NO-MUNDO (2015:17-18)

... um eu, uma alma, uma consciência, etc., etc., enfim, um ou algum homem constituído (um sujeito ou uma subjetividade determinada) é isso que assim aparece, porque antes é, dá-se ou faz-se a estrutura ser-no-mundo, que Heidegger denomina “a abertura Dasein” ou presença. Esta é o que sempre já se deu; esta é o raio que sempre já aconteceu ou se abriu e que dirige tudo que é, que há (Cf.</description>
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        <title>CÁLCULO (2005:60-61)</title>
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        <description>CÁLCULO (2005:60-61)

(...) “Cálculo” significa, portanto: por antecipação estar certo e seguro de, que e com; por antecipação contar com — assegurar-se, auto-assegurar-se previamente.

verdade e conhecimento, vistos desde a representação conceitual ou lógico-categorial, articulam-se, compõem-se, conjugam-se e explicitam-se na teorização, na teoria, de cujo corpo o conceito é o índice primeiro, elementar. Mas “teoria agora significa: a suposição das categorias, às quais é atribuída somente uma f…</description>
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        <title>CIBERNÉTICA, A CIÊNCIA-MESTRA (2005:191-194)</title>
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        <description>CIBERNÉTICA, A CIÊNCIA-MESTRA (2005:191-194)

Pertence a esse passo, na Modernidade e Contemporaneidade, o fenômeno da multiplicação, da proliferação das ciências, que, a cada dia, definem um novo campo, um novo setor ou um novo objeto e fazem-se, ao mesmo tempo, as respectivas “tematizadoras” ou “objetivadoras”(= sujeito) desse novo objeto. Em cada uma dessas novas ciências, em cada novo “sujeito teórico”, porém, concretiza-se o ideal cartesiano da verdade como certeza, quer dizer, como objetiv…</description>
    </item>
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        <title>DEIXAR SER (DS:41-42)</title>
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        <description>DEIXAR SER (DS:41-42)

Ouvir, deixar ser, é um despojamento e uma entrega, por parte do modo de ser que pode/precisa ser abertura para e participação no sentido — assim, ouvir, deixar ser é uma entrega despojada, largada, abandonada à transcendência, posto que o caráter de salto, de imediatidade e de sobrevir (sobreveniência, vir sobre, afeto) de sentido, de lógos, dá-lhe, ao mesmo tempo e como que no mesmo ato, a textura de transcendência, isto é, de ultrapassamento. Deixar-ser é largar-se, aba…</description>
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        <title>DISCIPLINA (2003:11-12)</title>
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        <description>DISCIPLINA (2003:11-12)

Inicialmente, a palavra disciplina evoca ordem — um ordenamento ou uma ordenação que pode ser imposta ou que, “livremente”, pode ser admitida, consentida, cumprida e seguida à risca para colocar em funcionamento algum procedimento, alguma organização. Está ligada, assim, à determinação e ao seguimento de regras que, claro, visam ordenar ou regular alguma atividade, algum campo de ação. Fala-se, por exemplo, de</description>
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        <title>ENTRE HOMEM E REALIDADE HÁ UMA RELAÇÃO (2015:185-187)</title>
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        <description>ENTRE HOMEM E REALIDADE HÁ UMA RELAÇÃO (2015:185-187)

Data: 2024-03-04 23:34

2. Dissemos que entre homem e realidade há uma relação. Uma relação de implicação, antes, de co-implicação de modo tal que, ao pé da letra, isso é uma com-plicação. Dissemos que o homem é o lugar e a hora de todo e qualquer real possível. Com isso, isto é, dizendo ser ele lugar e hora de todo e qualquer real possível, dizíamos que todo real se dá no homem, melhor, desde ele ou a partir dele. Então, todo e qualquer rea…</description>
    </item>
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        <title>ESSÊNCIA (2005:18-19)</title>
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        <description>ESSÊNCIA (2005:18-19)

Comecemos com a expressão “ser” — ser das coisas. No caso, parece, pode-se dizer também: a “essência” das coisas. Mas e daí: o que é essência? Diz-se: a essência de uma coisa aponta ou diz, portanto, mostra, isto que a coisa</description>
    </item>
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        <title>MÁ CONSCIÊNCIA (2005:172-174)</title>
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        <description>MÁ CONSCIÊNCIA (2005:172-174)

Por má consciência se entenderá a consciência da culpa e esta como o remorso, à medida que remorso seja compreendido como o sentimento, insistentemente reiterativo, de reprovação e de recusa em si mesmo (auto-acusação) do feito como o que foi “mal feito” ou como o que “não devia ser ou ter sido feito”. Mas como realmente se estrutura tudo isso?</description>
    </item>
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        <title>O “EU” É EPÍGONO (2005:180-182)</title>
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        <description>O “EU” É EPÍGONO (2005:180-182)

A grande suposição é a dinâmica de realização de realidade, de toda realidade possível, como a estrutura bipolar “res cogitans versus res extensa”, isto é, sujeito versus objeto. Cabe dizer também: sujeito e, isto é, mais objeto. As substâncias são autônomas — ou seja, cada qual é, de fato, substância. Uma, a cogitans, é ativa; a outra, a extensa, é passiva. Uma, a ativa, é constituinte, estruturante; a outra, a passiva, é constituída, estruturada. Enfim, o sujei…</description>
    </item>
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        <title>O EU NÃO É O SUJEITO DA AÇÃO (2005:182-183)</title>
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        <description>O EU NÃO É O SUJEITO DA AÇÃO (2005:182-183)

Dissemos: o eu não é o sujeito da ação, mas sim resultado dela, a saber, do verbo ou do interesse, do qual ele se torna protagonista. Também dissemos que objetividade é a própria subjetividade projetada sobre as coisas ou a elas proposta, de modo que toda e qualquer coisa vira objeto. Com isso, a questão da objetividade fica reduzida ou inteiramente dependente da questão do sujeito. Esta, por sua vez, reduzida ou inteiramente dependente da questão do …</description>
    </item>
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        <title>O HOMEM É &quot;A REALIDADE DA LIBERDADE COMO A POSSIBILIDADE PARA POSSIBILIDADE&quot; (2015:188-191)</title>
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        <description>O HOMEM É &quot;A REALIDADE DA LIBERDADE COMO A POSSIBILIDADE PARA POSSIBILIDADE&quot; (2015:188-191)

Data: 2024-03-06 09:46

4. Tentemos formular isso melhor. Para dizer este modo de ser ímpar do homem, que é coisa nenhuma ou algo algum, e que, assim, justamente assim, se dá como lugar e hora de todo e qualquer real possível – para dizer isso, podemos recorrer a uma formulação de</description>
    </item>
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        <title>O QUE É, COMO É, O HOMEM? (2015:187-188)</title>
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        <description>O QUE É, COMO É, O HOMEM? (2015:187-188)

3. Dizer que o homem é o lugar e a hora de todo real possível não é afirmar que o homem seja o autor, a causa, o sujeito ou o dono do real. Em sendo lugar e hora, a sua relação com o real não é de construção, de constituição, de objetivação subjetivo-transcendental ou idealista. Não se trata, também, de forma alguma, de antropocentrismo ou antropomorfismo.</description>
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        <title>O SER DA COISA ENQUANTO SEU &quot;COMO&quot; (2003:18-19)</title>
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        <description>O SER DA COISA ENQUANTO SEU &quot;COMO&quot; (2003:18-19)

Comecemos com a expressão “ser” — ser das coisas. No caso, parece, pode-se dizer também: a “essência” das coisas. Mas e daí: o que é essência? Diz-se: a essência de uma coisa aponta ou diz, portanto, mostra, isto que a coisa realmente é, isto é, isto que ela no seu</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://ereignis.hyperlogos.info/doku.php?id=estudos:fogel:primazia-do-sentido-para-haver-fato-2015&amp;rev=1770765928&amp;do=diff">
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        <title>PRIMAZIA DO SENTIDO PARA HAVER FATO (2015:191-192)</title>
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        <description>PRIMAZIA DO SENTIDO PARA HAVER FATO (2015:191-192)

O real, a coisa, toda e qualquer, o que é, como é? É algo em si? É subjetivo? É objetivo? Ou intersubjetivo? Ou algo dialeticamente subjetivo-objetivo e objetivo-subjetivo? Este modo de perguntar (subjetivo e (+) ou versus objetivo) é bom, isto é, vai ao encontro da questão? Que tipo de pré-conceito ou de pré-compreensão já está aí? Bem, deixemos isso de lado, mas insistamos com a pergunta: o que é, como é coisa, real, todo e qualquer?…</description>
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        <title>Fogel</title>
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        <description>Fogel


GILVAN FOGEL
Conhecer é Criar. Ijuí: Unijuí, 2005O homem doente do homem e a transfiguração da dor: uma leitura de Da visão e do enigma, em Assim falava Zaratustra, de Frederico Nietzsche. Rio de Janeiro: Mauad X, 2010Sentir, ver, dizer : cismando coisas de arte e de filosofia.Rio de Janeiro: Mauad X, 2012fogel index</description>
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        <title>VALOR (WERT) (2024:73-74)</title>
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        <description>VALOR (WERT) (2024:73-74)

1. Deixando de lado o rigor das datas ou a precisão do calendário historiográfico, mais ou menos a partir da segunda metade do século dezenove, entrando pelo vinte adentro e afora, valor passa a frequentar a história da filosofia e a nos solicitar a toda hora. Há até quem faça remontar a noção de valor a</description>
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        <title>VERTENTES DE CONHECIMENTO (2005:171-172)</title>
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        <description>VERTENTES DE CONHECIMENTO (2005:171-172)

Nossas considerações a respeito do problema do conhecimento nos conduziram a uma encruzilhada: de um lado, o conhecimento movido pelo interesse da representação certa e segura, isto é, a vontade de cálculo, em que “cálculo” significa por antecipação precisar e poder contar com, ou seja, assegurar-se ou auto-assegurar-se previamente. É essa a marca, mesmo o estigma do conhecimento que caracteriza a era técnica ou a tecno-ciência. Na vigência desse interes…</description>
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        <title>VIDA É EXPIAÇÃO E PUNIÇÃO (2005:175-176)</title>
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        <description>VIDA É EXPIAÇÃO E PUNIÇÃO (2005:175-176)

Suponhamos agora que o “ato”, a “coisa” que, sim, foi feita, porém “mal” feita ou absolutamente tal como “não” deveria ter sido feita, suponhamos que tal “coisa” ou “feito” seja a própria vida, a própria existência. Assim sendo, a vida é nela mesma, em sua constituição ou textura mais própria culpada. No movimento de volta, de retorno sobre o feito com o propósito de desfazer, o que precisará ser desfeito passa a ser a própria vida, a existência nela mes…</description>
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        <title>VIDA EM NIETZSCHE (2011:10-12)</title>
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        <description>VIDA EM NIETZSCHE (2011:10-12)

Vida, desde O nascimento da tragédia, sempre ocupou o centro do pensamento de Nietzsche. Vida, que em princípio não se refere a nenhum fenômeno da ordem do biológico, fala do que o grego, sob a designação de psyché, de modo amplo e geral, caracterizou como movimento que, desde si mesmo, move a si mesmo. Assim também se assinala começo (arché), que não começa e não pode começar. Esta visão ou experiência caracteriza igualmente círculo, isto é, inserção. Inserção co…</description>
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