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        <title>EREIGNIS</title>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>Apropriação e transposição</title>
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        <description>Apropriação e transposição

2007:67-69

De início, voltemos uma vez mais à apropriação: o lápis que se encontra sobre aquela mesa e que alguém segura para anotar um pensamento é apropriado — não no sentido de tomarmos posse dele, mas no sentido de que o usamos para fazer algo. Ele é reconhecido de uma maneira determinada: como algo para escrever. Este “algo como algo” — Heidegger o denomina em sua análise do utensílio o “como hermenêutico” — indica uma compreensão que, em verdade, é uma mediação…</description>
    </item>
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        <title>A composição estrutural da apresentação</title>
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        <description>A composição estrutural da apresentação

2007:150-152

A interpretação, a compreensão e o caráter daquilo que se encontra contraposto se co-pertencem. E somente o elemento próprio às coisas contrapostas que precisa ser interpretado; é só por meio da interpretação que ele se descerra como aquilo que ele é porque somente o conhecimento apresentador preserva a exterioridade de sua coisa. Ele conta com ela e a expõe; nisto reside a sua distinção em relação à abordagem ligada ao objeto. E se uma apre…</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://ereignis.hyperlogos.info/doku.php?id=estudos:figal:objeto:compreensao-2007&amp;rev=1784136698&amp;do=diff">
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        <title>Compreensão</title>
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        <description>Compreensão

2007:113-116

DiltheyDilthey

Schleiermacher

Dilthey...



DiltheyDiltheyDilthey



Dilthey







DiltheyGadamer

DiltheyDilthey

Schleiermacher

DiltheyDiltheyDilthey...



DiltheyDilthey



Dilthey







DiltheyGadamer

figal</description>
    </item>
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        <title>Compreensão de ser e compreensão de si</title>
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        <description>Compreensão de ser e compreensão de si

2007:34-35

(...) De maneira diversa da filosofia prática de Aristóteles, a hermenêutica da facticidade heideggeriana (art180) não depende de nenhuma ontologia porque ela mesma é uma ontologia. “A problemática da filosofia”, assim encontra-se formulado no Relatório-Natorp, diz respeito ao “ser da vida fática” [</description>
    </item>
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        <title>Compreensão enquanto &quot;comportar-se em relação a...&quot;</title>
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        <description>Compreensão enquanto &quot;comportar-se em relação a...&quot;

2007:116-117

(...) uma situação paradoxal surge a partir da concepção heideggeriana da compreensão: nunca antes o conceito de compreensão foi filosoficamente tão central, pois nunca antes lhe foi atribuída uma significação ontológica e até mesmo “ontológico-fundamental”; a autocompreensão do ser-aí se transforma aqui no ponto crucial para a compreensão de ser em geral. Este emprego do conceito, (117) porém, é feito às custas de seu sentido co…</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://ereignis.hyperlogos.info/doku.php?id=estudos:figal:objeto:hermeneutica-da-facticidade-2007&amp;rev=1784136698&amp;do=diff">
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        <title>Hermenêutica da facticidade</title>
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        <description>Hermenêutica da facticidade

2007:20-23

De início, porém, com o discurso sobre a hermenêutica da facticidade, o que se designa para Gadamer é a virada decisiva de Heidegger contra a fenomenologia de Husserl. Com o seu título programático, Heidegger contrapôs a essa fenomenologia uma</description>
    </item>
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        <title>Mundo</title>
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        <description>Mundo

2007:179-182

Na maioria das vezes falamos do mundo em duas significações: “mundo” é ou bem o conjunto daquilo que é, ou bem a conexão peculiar da vida humana. Esta segunda significação pode ser pensada em contraste com a vida religiosa, de modo que o mundo se mostra como a conexão da vida meramente humana, apartada de Deus e, neste ponto, também pecaminosa. Ou o conceito é especificado, na medida em que ele designa uma conexão vital particular, por exemplo, o mundo da arte ou o mundo cie…</description>
    </item>
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        <title>Phronesis</title>
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        <description>Phronesis

2007:31-37

A filosofia prática já está em jogo como modelo, no momento em que Heidegger caracteriza a hermenêutica da facticidade como “o ser desperto do ser-aí para si mesmo”. Esse pensamento pode ser acompanhado retrospectivamente até</description>
    </item>
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        <title>A repetição</title>
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        <description>A repetição

2007:351-352

No entanto, também há uma experiência de constância na chegada e no ir embora: a repetição. Parece claro o que isto significa: algo acontece que já aconteceu uma vez ou várias vezes. Por exemplo, um dia começa uma vez mais e fazemos novamente o mesmo que tínhamos feito nos dias anteriores. Aqui, algo se repete, nós mesmos repetimos algo, mas quase não o experimentamos como repetição. Ele é por demais uniforme, há aí muito pouca tensão. Em verdade, o dia começa “uma vez…</description>
    </item>
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        <title>Ser no tempo</title>
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        <description>Ser no tempo

2007:§31



AgostinhoAristótelesAgostinhoAgostinho

Aristóteles

Agostinho

AgostinhoAristótelesAristótelesAgostinhoAgostinho











figal</description>
    </item>
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        <title>Oposicionalidade</title>
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        <description>Oposicionalidade

FIGAL, G. Oposicionalidade: o elemento hermenêutico e a filosofia. Tr. Marco Antonio Casanova. Petrópolis: Editora Vozes, 2006.

ÍNDICE
ApresentaçãoPrefácioIntroduçãoPrimeiro capítulo: Da hermenêutica filosófica à filosofia hermenêutica</description>
    </item>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>A transposição</title>
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        <description>A transposição

2007:67-68

Quando nos aproximamos de algo diverso, acontece uma transposição: algo diverso, alheio, é transportado de lá para cá, é transformado em algo próprio e aí reconhecido. O processo, tal como a palavra o indica, é determinado por meio de intervalo e distanciamento; algo está em um lugar diverso daquele em que nós mesmos estamos e, então, nós o trazemos para cá. Isso não é a mesma coisa que a rápida abordagem e também poderia significar que nem todas as apropriações são t…</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://ereignis.hyperlogos.info/doku.php?id=estudos:figal:objeto:transposicao-em-nietzsche-2007&amp;rev=1784136730&amp;do=diff">
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        <title>Transposição em Nietzsche</title>
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        <description>Transposição em Nietzsche

2007:69-72

(...) algo também poderia ser de tal modo transformado no interior da transposição, que não poderíamos mais reconhecê-lo como aquilo que ele é. O único ponto de apoio para o fato de termos neste caso algo em comum com uma transposição seria o próprio processo de transposição. Sob esta pressuposição,</description>
    </item>
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