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        <title>EREIGNIS</title>
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        <title>A RELAÇÃO TERAPÊUTICA</title>
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        <description>A RELAÇÃO TERAPÊUTICA

Falar da relação “terapêutica” é, portanto, uma espécie de pleonasmo semelhante ao que nos fez falar do “Dasein humano” (GA89:ZS, 120). O nome singular de Verhältnis é Sorge, ocupação e cuidado do ser, que é o único que pode permitir que um ser, no seu triplo sentido, tenha um encontro. Não devemos, pois, ficar espantados, e muito menos escandalizados, por ver nisto uma simplificação do seu pensamento, daquilo a que Heidegger dá uma interpretação ontológica da tensão a par…</description>
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        <title>DIMENSÃO PERFORMATIVA DO PENSAMENTO DE HEIDEGGER</title>
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        <description>DIMENSÃO PERFORMATIVA DO PENSAMENTO DE HEIDEGGER

A dimensão performativa do pensamento de Heidegger é já percetível nos seus primeiros escritos. É inseparável do projeto de uma “hermenêutica da facticidade” (que é o título de um curso de 1923 publicado como</description>
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        <title>DISTINÇÃO ENTRE MOTIVAÇÃO E CAUSALIDADE</title>
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        <description>DISTINÇÃO ENTRE MOTIVAÇÃO E CAUSALIDADE

Um dos pontos em que Heidegger insiste nos seminários (GA89) diz respeito à distinção entre motivação e causalidade, retomando assim um tema fundamental da fenomenologia husserliana. Se a causalidade é atuante (bewirkende) e constrangedora (zwingende), a motivação é, pelo contrário, determinante (bestimmende) e livre (freie) (</description>
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        <title>MÉTODO FENOMENOLÓGICO PARA PSICOTERAPIA</title>
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        <description>MÉTODO FENOMENOLÓGICO PARA PSICOTERAPIA

Numa entrevista a Boss de setembro de 1968 (isto é, do período em que Boss estava a elaborar o livro que acabamos de citar , com a ajuda de Heidegger), Heidegger afirma que “o método de investigação apropriado ao Dasein não é em si mesmo fenomenológico, mas depende e é guiado pela fenomenologia no sentido da hermenêutica do Dasein.” A descrição de fenômenos ônticos, tais como comportamentos patológicos factuais, só é possível à luz dos fenômenos ontológic…</description>
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        <title>MÉTODOS TERAPÊUTICOS</title>
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        <description>MÉTODOS TERAPÊUTICOS

Dizer que este método é grego é dizer que é filosófico e que é ordenado por aquilo a que Husserl chamou nas Investigações Lógicas “o princípio da ausência de pressuposição”. O método cartesiano, por outro lado, é matemático: em vez de deixar que o que se mostra seja puramente presente, ele é medido por evidências matemáticas (</description>
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        <description>MITSEIN TERAPEUTA-PACIENTE

Boss tinha ficado impressionado com a forma como Heidegger fala, na secção 26 (ET26) de Ser e tempo, sobre a “preocupação antecipatória”, ao ponto de ver nela a descrição da relação terapêutica ideal, porque a sua própria teoria da transferência coincide exatamente com uma tal prática de libertação no quadro de uma análise que deve ser concebida como eminentemente “terminável”, ao contrário da análise freudiana. Eis a parábola explicativa, emprestada de uma “venerável…</description>
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        <title>NÃO EXISTE UMA FILOSOFIA HEIDEGGERIANA</title>
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        <description>NÃO EXISTE UMA FILOSOFIA HEIDEGGERIANA

Heidegger afirma em Cerisy, em 1955, que “não existe uma filosofia heideggeriana”. Não haveria, portanto, em sentido estrito, “heideggerianos”: nem escola, nem discípulos, menos ainda uma “seita”. Não ser o fundador de nenhuma escola ou de nenhuma religião é o que é próprio de</description>
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        <description>QUESTÕES

DASTUR, Françoise. Questions of Phenomenology: Language, Alterity, Temporality, Finitude. Robert Vallier. New York: Fordham University Press, 2017.
No início do século vinte, com a publicação das Investigações Lógicas, o termo “fenomenologia</description>
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