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        <title>APREENSÃO E LOGOS</title>
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        <description>APREENSÃO E LOGOS

Data: 2025-06-12 06:05

FDHP

Heidegger começa por destacar o que constitui a violência interna da apreensão, a saber, o fato de que ela é “decisão pelo ser contra o nada e, assim, explicação com a aparência”, o que permite pensar que ela é</description>
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        <title>DEINOTATON, &quot;O QUE HÁ DE MAIS VIOLENTO&quot;</title>
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        <description>DEINOTATON, &quot;O QUE HÁ DE MAIS VIOLENTO&quot;

Data: 2025-06-12 07:40

FDHP

No primeiro percurso, Heidegger começa por colocar ênfase em outra ambiguidade do sentido da palavra deinon, que, explica, designa por um lado o Furchtbare, aquilo que provoca o temor (Furcht) e que, enquanto poder subjugador</description>
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        <title>DEINOTATON</title>
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        <description>DEINOTATON

Data: 2025-06-12 07:25

FDHP

No segundo percurso, trata-se de prestar atenção à maneira como se desdobla o ser do homem enquanto deinotaton. Primeiro são abordados esses domínios do poder subjugador que são o mar, que o homem enfrenta na tempestade, e a terra, cuja calma e crescimento ele perturba. Em seguida, o conjunto dos seres vivos que, ao contrário do homem que lhes faz violência e os arranca de sua ordem, se inserem no poder subjugador marítimo e terrestre. Tal descrição, ins…</description>
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        <title>O SER DO HOMEM</title>
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        <description>O SER DO HOMEM

Data: 2025-06-12 08:01

FDHP

Portanto, para tentar delimitar o ser do homem, recorrer à poesia se mostrava necessário. É significativo que seja novamente para determinar quem é o homem que Heidegger recorra, na Introdução à Metafísica, ao primeiro coro da Antígona de</description>
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        <title>UNHEIMLICH</title>
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        <description>UNHEIMLICH

Data: 2025-06-12 07:08

FDHP

No terceiro percurso, Heidegger propõe-se ir além do que é imediatamente dito nesse coro [de Antígona], e portanto usar ele mesmo de violência para fazer aparecer o que aí é dito fora das próprias palavras e que nada mais é do que o que indica o verso de Ésquilo citado no Discurso de reitoria, a saber, que no confronto entre tekhnè e dikè, a violência do agir humano deve necessariamente se quebrar contra o poder subjugador da phusis. Ora, essa necessidad…</description>
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        <title>PENSAMENTO A VIR</title>
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        <description>PENSAMENTO A VIR

DASTUR, Françoise. Heidegger et la pensée à venir. Paris: J. Vrin, 2011.
Heidegger, pouco antes de morrer, escolheu para suas obras completas a máxima “Caminhos – não obras”, indicando que seu pensamento não se reduz a teses e mantém caráter de percurso inacabado, mas que, apesar dos desvios, persiste em orientar-se para a questão do ser, tendo ele próprio falado, a partir dos anos trinta, do</description>
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