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        <title>EREIGNIS</title>
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        <title>AMOR (2010)</title>
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        <description>AMOR (2010)

CRITCHLEY, Simon; CEDERSTROM, Carl. How to Stop Living and Start Worrying: Conversations with Carl Cederstrom. Cambridge: Polity Press, 2010.

 Amor e morte 
Se filosofar é aprender a morrer, então a existência humana é definida pela finitude como limite em relação ao qual a vida é vivida — e a história da filosofia não teria tratado de muito mais do que essa questão, sendo a filosofia uma arte de morrer bem (ars moriendi) de</description>
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        <title>AUTENTICIDADE (2010)</title>
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        <description>AUTENTICIDADE (2010)

CRITCHLEY, Simon; CEDERSTROM, Carl. How to Stop Living and Start Worrying: Conversations with Carl Cederstrom. Cambridge: Polity Press, 2010.

 Inautenticidade, sujeito dividido e morte cômica 
A questão real para a Sociedade Internacional de Necronautas (INS) é a questão do sujeito, do eu: na tradição heroica em literatura, o herói corre em direção à morte como uma mosca que bate num campo elétrico e se apaga numa centelha de apoteose autêntica</description>
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        <title>FILOSOFIA (2010)</title>
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        <description>FILOSOFIA (2010)

CRITCHLEY, Simon; CEDERSTROM, Carl. How to Stop Living and Start Worrying: Conversations with Carl Cederstrom. Cambridge: Polity Press, 2010.

 O que é filosofia 
A filosofia não é uma atividade exclusivamente profissional ou acadêmica, nem uma coisa ou entidade, mas uma atividade — a atividade do filosofar conduzida por criaturas finitas e pensantes; ela deve fazer parte da vida de uma cultura como reflexão crítica viva em um contexto específico, sempre de caráter radicalmente…</description>
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        <title>HUMOR (2010)</title>
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        <description>HUMOR (2010)

CRITCHLEY, Simon; CEDERSTROM, Carl. How to Stop Living and Start Worrying: Conversations with Carl Cederstrom. Cambridge: Polity Press, 2010.

 O humor como prática filosófica 
O humor é um dos três “objetos impossíveis” que a filosofia não consegue esgotar</description>
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        <title>MORTE (2010)</title>
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        <description>MORTE (2010)

CRITCHLEY, Simon; CEDERSTROM, Carl. How to Stop Living and Start Worrying: Conversations with Carl Cederstrom. Cambridge: Polity Press, 2010.

 A morte como possibilidade da impossibilidade 
A morte, em si mesma, não é o tema central — o que importa é a finitude como limite móvel que define e circunscreve a vida, não simplesmente o fato de que se morre ao fim dela; há uma tradição filosófica poderosa de meditação sobre a morte em Epicuro, Lucrécio e</description>
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        <title>ATENÇÃO (2017)</title>
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        <description>ATENÇÃO (2017)

(Lawrence Berger, Critchley2017)

Heidegger, da mesma forma, vê a atenção como a maneira pela qual temos acesso às coisas, mas, fora isso, ele a concebe de maneira bastante diferente daquela adotada pela ciência cognitiva. Para Heidegger, a atenção é a forma como as coisas se tornam presentes para nós. (Sua reflexão mais aprofundada sobre a atenção pode ser encontrada em suas palestras “O que se chama de pensar?”</description>
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        <title>PRESENÇA E MANIFESTAÇÃO (2017)</title>
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        <description>PRESENÇA E MANIFESTAÇÃO (2017)

(Lawrence Berger, Critchley2017)

Com base nisso, vou mostrar que, para Heidegger, não apenas estamos em contato direto com as pessoas e coisas deste mundo, mas também que nossa presença é importante para a maneira como elas se manifestam — como elas vêm à tona — no pleno potencial associado ao tipo de seres que elas são. Essa não é nossa presença em um sentido físico, mas sim no sentido de como estamos engajados como seres humanos vivos e experienciadores — o que…</description>
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        <title>Critchley</title>
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        <description>Critchley

Simon Critchley (1960)

CRITCHLEY, Simon. Very little-- almost nothing: death, philosophy, literature. 2nd ed ed. London ; New York: Routledge, 2004.

 A origem da filosofia na decepção 
A filosofia começa numa experiência de decepção que é ao mesmo tempo religiosa e política, colocando dois problemas fundamentais: a decepção religiosa provoca o problema do sentido</description>
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